PROJETO PROTEÇÃO AMBIENTAL E GERENCIAMENTO SUSTENTÁVEL
INTEGRADO DO SISTEMA AQÜÍFERO GUARANI
Argentina Brasil Paraguai - Uruguai
GEF - Banco Mundial - OEA
COMPONENTE a. Expansão e Consolidação da Base Atual de Conhecimento Básico
ATIVIDADE a. 2. DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE
MONITORAMENTO DO AQÜÍFERO
Consultor: Dr. Albert Mente
Recife, Brasil, Novembro de 2000
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
RESUMO EXECUTIVO
O presente Relatório apresenta a relação de dados (indicadores e parâmetros) relevantes
necessários para uma rede de monitoramento e que, ao mesmo tempo, fará parte de um sistema
de informações do Projeto. Os produtos provenientes do sistema de informação deverão trazer
uma ampliação do conhecimento sobre o Sistema Aqüífero Guarani-SAG assim como os
elementos essenciais para o gerenciamento de uso sustentável e proteção dos recursos hídricos
subterrâneos que é o objetivo maior do Projeto.
Os trabalhos deste relatório têm como suporte importante os resultados de duas oficinas
(workshops) ocorridas no Brasil: "Definição das bases conceituais e diretrizes para a organização
de um banco de dados para subsidiar a gestão ambiental do aqüífero Guarani" e "Oficina
preparatória do Projeto Guarani", organizadas por instituições científicas e administrativas do
Estado de São Paulo e pela UNPP/BR, respectivamente. Também se obtiveram uma contribuição
substancial das visitas de consulta junto às entidades científicas e administrativas no Brasil,
Uruguai, Argentina e Paraguai.
O objetivo principal do monitoramento e avaliação de água subterrânea é voltado para o suporte
do gerenciamento dos recursos hídricos subterrâneos. Leva-se em conta que tanto os objetivos
específicos como as tarefas principais do Projeto são de grande abrangência, proporcional à
ampla extensão do SAG. Os dados relevantes necessários neste processo são igualmente
abrangentes e variados, contemplando vários aspectos, tais como geologia, hidrogeologia,
hidrologia, clima, características físico-química e bacteriológica das águas, radioisotopia,
petrofísica, petroquímica, solos, vegetação, altimetria, drenagem, usos de solos, cadastro de
poços, sondagem geofísica, além de elementos sócio-políticos (rede viária, de áreas de exclusão,
de portarias, leis e decretos).
A escala dos dados a serem obtidos é regional e compatível com uma primeira aproximação de
conhecimento sobre a caracterização do sistema de fluxo subterrânea, ameaças e problemas do
SAG. Outras escalas de maior amplitude poderão ser necessárias no decorrer dos trabalhos. Os
diversos tipos de informações serão obrigatoriamente georeferenciados, uma vez que
representam dados de entrada do sistema de informação georeferenciado-SIG.
Propõe-se neste relatório, a implantação de um Sistema de Informações Integrado para o Projeto.
Constitui-se num sistema descentralizado que funciona através de quatro Unidades Regionas-UR
(uma para cada país) e um Comitê de Monitoramento-CM (constituído de representantes dos 4
países) O fluxo de informações será feito por intermédio da Internet seguindo protocolos pré-
estabelecidos. Como resultado da implantação e operacionalização do Sistema de Informações
Integrado do Projeto serão geradas umas séries de diversos produtos que vão de encontro às
informações requeridas e aos objetivos técnicos do Projeto. A lista de produtos incorporada no
Relatório é bastante completa, porém não é exaustiva, e deverá ser completada no futuro.
Como início da implantação da rede de monitoramento permanente do Projeto propõe-se a
realização de um Plano Piloto de uma rede de monitoramento preliminar que será de tamanho
menor que a rede permanente. O Plano Piloto terá duração de dois anos (metade do tempo
integral do Projeto) e visará em primeira instância a implantação do banco de dados e sistema de
informação georeferenciado-SIG nos quatro países (as UR's), assim como o órgão coordenador
da rede (o CM). Visará também, o funcionamento da rede de monitoramento e sistema de
informações, o treinamento do pessoal técnico e a detecção e correção de eventuais falhas e
problemas. Nesta fase serão solicitados os serviços de consultoria especializada nas áreas de rede
II
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
de monitoramento, análise de sistemas e sistemas de informações. Como parâmetros de
medições ou amostragem selecionou-se um grupo de parâmetros principais básicos dentro da
escala regional em que se desenvolvem os trabalhos. Na segunda fase do Projeto, a rede
preliminar será ampliada e tornar-se-á a rede de monitoramento permanente.
A previsão orçamentária para a realização do Plano Piloto apresenta os seguintes valores (em
US$) totais e parciais para os respectivos países: Argentina (Total: 437.200, Contrapartida:
314.400, GEF: 122.800); Brasil (Total: 1.207.600, Contrapartida: 984.000, GEF: 223.600);
Paraguai: (Total: 437.200, Contrapartida: 314.400, GEF: 122.800); e Uruguai: (Total: 523.400,
Contrapartida: 388.800, GEF: 134.600).
EXECUTIVE SUMMARY
The present Report presents a list of relevant data (parameters and indicative data) needed for
building up a monitoring network that also will be part of the project's information system. The
products generated by the information system should contribute to the expansion of basic
knowledge about the Guarani Aquifer System-GAS and should also provide information to be
used for managing and preserving the groundwater resources of the aquifer which is the prime
objective of the Project.
Work of this report has found substantial support on the results of two brazilian workshops on
"Definition of basic concepts and guidelines for the organization of a data base to support the
environmental management of the Guarani aquifer" and "Preparatory workshop of the Guarani
Project" which had been organized respectively, by scientific and administrative institutions of
São Paulo State and the National Brazilian Unit for the Preparation of the Guarani Project.
The primary goal of monitoring and assessment of groundwater is to support groundwater
management. In view of the wide range of the Project's specific objectives and tasks which are
proportionally as wide as the extension of the Guarani Aquifer System, the required relevant data
for management purposes are equally wide ranged and various. The data contemplate aspects
related to geology, hydrogeology, hydrology, climate, physics and chemistry as well
bacteriology of waters, radioisotopes, petrophysics, petrochemistry, soils, vegetation, altimetry,
drainage, soil occupation, well characteristics, geophysical soundings, and also aspects on
political boundaries and characteristics, roads, protected areas, official rules, laws and decrees.
Data obtention will be done on a regional scale, which is compatible to a first expansion of
knowledge on the characterization of the groundwater flow system, threads and problems of the
Guarani Aquifer System. Other, more ample scales may be needed during the progress of work.
All the different types of information are obliged to be georeferenced since they are entrance
data in the georeference data system.
An Integrated Information System for the Project is proposed in this report. The system is a
decentralized system that functions through four Regional Units-RU (one in each country) and a
Monitoring Committee-MC (formed by representatives of the 4 countries). The flow of
information will go by Internet according to preestablished protocols. Once the Integrated
Information System of the Project is established and functioning, a sequence of different
products may be generated. These products will fulfill the required information needs and will
meet the technical objectives of the Project. The list of products included in this report is rather
complete but far from exhaustive and should be completed in future.
III
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
To initiate the set-up of the permanent monitoring network of the Project, a proposal for a Pilot
Project is proposed in which a preliminary monitoring network, of a size smaller than the
permanent network, will be created. The Pilot Plan will have a time span of two years (half of
the Project's full time) and is aimed, first of all, at the set-up of the data base and georeferenced
information system-GIS in the four countries (the RU's) and also of the coordination of
monitoring (the MC). The Plan also intends to test the functioning of the monitoring network and
information system, the technical training of staff and the detection and correction of any failures
or problems. It is at this stage that the special services by consultants in the fields of monitoring
network, system analysis and information a systems will be required. A group of principal basic
parameters at the regional scale of work had been chosen for measuring and sampling purposes.
During the second phase of the Project, the preliminary network shall be amplified and finally
become the permanent monitoring network of the Project.
The costs (in US$) to carry into effect the Pilot Plan have been estimated country wise and as
total and partial costs, as follows: Argentina (Total: 437,200, Counterpart: 314,400, GEF:
122,800); Brazil (Total: 1,207,600, Counterpart: 984,000, GEF: 223,600); Paraguai: (Total
437,200, Counterpart: 314,400, GEF: 122,800); and Uruguai: (Total: 523,400, Counterpart:
388,800, GEF: 134,600).
IV
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
SUMARIO
1 INTRODUÇÃO ......................................................................................................................................................... 1
2 OBJETIVOS .............................................................................................................................................................. 1
2.1 OBJETIVO GERAL ................................................................................................................................................. 1
2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ....................................................................................................................................... 3
3 ANTECEDENTES..................................................................................................................................................... 3
3.1 PARTICIPAÇÃO NA OFICINA PREPARATÓRIA DO PROJETO GUARANI .................................................................... 3
3.2 VIAGEM DE CONSULTAS NO BRASIL, URUGUAI, ARGENTINA E PARAGUAI.......................................................... 4
4 INFORMAÇÃO DISPONÍVEL ................................................................................................................................ 4
5 METODOLOGIA ...................................................................................................................................................... 5
6 TIPOS E CARACTERÍSTICAS DAS INFORMAÇÕES ......................................................................................... 6
7 FORMA E PERIODICIDADE DA INFORMAÇÃO................................................................................................ 8
7.1 MAPA HIDROGEOLÓGICO ..................................................................................................................................... 8
7.2 MAPA DE USO DO SOLO ....................................................................................................................................... 9
7.3 MAPA DE SOLOS................................................................................................................................................. 10
7.4 MAPA DE VEGETAÇÃO ....................................................................................................................................... 10
7.5 MAPA DAS ÁREAS DE EXCLUSÃO....................................................................................................................... 11
7.6 MAPA DE CORPOS D´ÁGUA ................................................................................................................................ 11
7.7 MAPA DE BACIAS HIDROGRÁFICAS.................................................................................................................... 11
7.8 MAPA ESTRUTURAL ........................................................................................................................................... 12
7.9 MAPA DE DRENAGEM......................................................................................................................................... 12
7.10 MAPA ALTIMÉTRICO .......................................................................................................................................... 13
7.11 CADASTRO DE POÇOS......................................................................................................................................... 13
7.12 ANÁLISES ISOTÓPICAS........................................................................................................................................ 15
7.13 ANÁLISE HIDROQUÍMICA ................................................................................................................................... 15
7.14 ANÁLISE BACTERIOLÓGICA................................................................................................................................ 17
7.15 ANÁLISE PETROFÍSICA E PETROQUÍMICA ........................................................................................................... 17
7.16 MAPA DE PONTOS COTADOS .............................................................................................................................. 17
7.17 HIDROLOGIA ...................................................................................................................................................... 18
7.18 METEREOLOGIA ................................................................................................................................................. 18
7.19 SONDAGEM GEOFÍSICA ...................................................................................................................................... 19
7.20 RELATÓRIOS TÉCNICOS...................................................................................................................................... 19
7.21 NORMAS TÉCNICAS............................................................................................................................................ 19
7.22 MAPA POLÍTICO (POLÍGONOS) ........................................................................................................................... 19
7.23 MAPA VIÁRIO .................................................................................................................................................... 20
7.24 MAPA POLÍTICO (PONTOS) ................................................................................................................................. 20
7.25 PORTARIAS, LEIS E DECRETOS ........................................................................................................................... 21
8 VERIFICAÇÃO E VALIDAÇÃO DAS INFORMAÇÕES .................................................................................... 21
9 ALIMENTAÇÃO DO SISTEMA............................................................................................................................ 21
10 PRODUTOS .......................................................................................................................................................... 22
11 DISPONIBILIZAÇÃO DOS PRODUTOS PROPOSTA PARA IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE IN-
FORMAÇÕES INTEGRADO PARA O PROJETO................................................................................................... 23
12 PLANEJAMENTO PARA IMPLANTAÇÃO E FUNCIONAMENTO DA REDE DE MONITORAMENTO PA-
RA O PROJETO ......................................................................................................................................................... 24
12.1 CONDIÇÕES HIDROGEOLÓGICAS ATUAIS DO AQÜÍFERO GUARANI........................................................................ 24
12.2 AMPLIAÇÃO E APROFUNDAMENTO DO CONHECIMENTO SOBRE O AQÜÍFERO GUARANI; AS LACUNAS DE CONHECI-
MENTO 25
12.2 OS PRÉ-REQUISITOS DE UMA REDE DE MONITORAMENTO; AS NECESSIDADES PARTICULARES DA REDE DE MONITO-
RAMENTO DO AQÜÍFERO GUARANI.............................................................................................................................. 26
12.3 ÓRGÃOS INSTITUÍDOS OU OUTRAS ENTIDADES NOS QUATRO PAÍSES COM CONDIÇÕES POTENCIAIS DE SE TORNA-
REM UNIDADES REGIONAIS-UR................................................................................................................................... 27
12.4 PROPOSTA PARA UM PLANO PILOTO DA REDE DE MONITORAMENTO PRELIMINAR................................................ 28
12.5 PREVISÃO DE CUSTOS PARA O PLANO PILOTO DA REDE DE MONITORAMENTO PRELIMINAR ............................... 29
13 CUSTOS ................................................................................................................................................................ 29
14 CONCLUSÕES .................................................................................................................................................... 29
15 RECOMENDAÇÕES ............................................................................................................................................ 31
16 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS................................................................................................................... 33
17 ATORES ................................................................................................................................................................ 36
V
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
BRASIL 36
URUGUAI 36
ARGENTINA ............................................................................................................................................................. 37
PARAGUAI................................................................................................................................................................ 37
ANEXOS
1 Cronograma físico-financeiro de produtos e atividades - Brasil
2 Orçamento resumido do GEF - Brasil
3 Orçamento detalhado do GEF - Brasil
4 Orçamento resumido de contrapartida - Brasil
5 Orçamento detalhado de contrapartida- Brasil
6 Cronograma físico-financeiro de produtos e atividades - Argentina
7 Orçamento resumido do GEF - Argentina
8 Orçamento detalhado do GEF - Argentina
9 Orçamento resumido de contrapartida - Argentina
10 Orçamento detalhado de contrapartida - Argentina
11 Cronograma físico-financeiro de produtos e atividades - Paraguai
12 Orçamento resumido do GEF - Paraguai
13 Orçamento detalhado do GEF - Paraguai
14 Orçamento resumido de contrapartida - Paraguai
15 Orçamento detalhado de contrapartida - Paraguai
16 Cronograma físico-financeiro de produtos e atividades - Uruguai
17 Orçamento resumido do GEF - Uruguai
18 Orçamento detalhado do GEF - Uruguai
19 Orçamento resumido de contrapartida - Uruguai
20 Orçamento detalhado de contrapartida Uruguai
21 Previsão orçamentária conjunta
22 Termos de referência do consultor em rede de monitoramento
23 Termos de referência do consultor em análise de sistemas
24 Termos de referência do consultor em sistemas de informação
Lista de Figuras:
1 Mapa de localização da área do Sistema Aqüífero Guarani
2 Sistema de informações integrado do Aqüífero Guarani
Lista de Tabelas:
1 Exemplos de objetivos técnicos para a caracterização de sistemas de fluxo
2 Conexão entra objetivo de gerenciamento e objetivo técnico para monitoramento
3 Base de Dados Gráficos
4 Base de Dados Tabulares do Mapa Hidrogeológico
5 Base de Dados Alfanuméricos do Mapa de Uso do Solo
6 Base de Dados Alfanuméricos do Mapa de Solos
7 Base de Dados Alfanuméricos do Mapa de Vegetação
8 Mapa de Dados Alfanuméricos do Mapa das Áreas de Exclusão
VI
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
9 Base de Dados Alfanuméricos do Mapa de Corpos d'Água
10 Base de Dados Alfanuméricos do Mapa de Bacias Hidrográficas
11 Base de Dados Alfanuméricos do Mapa Estrutural
12 Base de Dados Alfanuméricos do Mapa de Drenagem
13 Base de Dados Alfanuméricos do Mapa Altimétrico
14 Base Dados Alfanuméricos do Cadastro de Poços
15 Base de Dados Alfanuméricos das Análises Isotópicas
16 Base de Dados Alfanuméricos das Análises Hidroquímicas
17 Base de Dados Alfanuméricos das Análises Bacteriológicas
18 Base de Dados Alfanuméricos da Na;alise Petrofísica e Petroquímica
19 Base de Dados Alfanuméricos do Mapa de Pontos Cotados
20 Base de Dados Alfanuméricos de Hidrologia
21 Base de Dados Alfanuméricos de Meteorologia
22 Base de Dados Alfanuméricos da Sondagem Geofísica
23 Base de Dados Alfanuméricos o Mapa Político (Polígonos)
24 Base de Dados Alfanuméricos do Mapa Viário
25 Base de Dados Alfanuméricos do Mapa Político (Pontos)
Lista de Siglas
ABAS Associação Brasileira de Águas Subterrâneas
ABRH Associação Brasileira de Recursos Hídricos
CETESB (Centro Tecnológico de Saneamento Básico São Paulo, Brasil)
DINAMIGE Dirección Nacional de Mineria e Geologia (Uruguai)
DNH Dirección Nacional de Hidrografia (Uruguai)
DRH Dirección de Recursos Hídricos (Paraguai)
IG Instituto Geológico (São Paulo, Brasil)
INA Instituto Nacional del Agua y del Ambiente (Argentina)
IPH Instituto de Pesquisa Hidráulica (Porto Alegre, Brasil)
METAPLAN Técnica moderna para a condução de oficina (workshop)
OSE Obras Sanitárias del Estado (Uruguai)
SARO Sistema Ambiental de la Región Oriental (Paraguai)
SENASA Servicio Nacional de Saneamento (Paraguai)
SOPA Subsecretaria de Ordenamiento y Politica Ambiental (Argentina)
SRH Subsecretaria de Recursos Hidricos (Argentina)
UBA Universidade de Buenos Aires (Argentina)
UNA Universidad Nacional de ASUNCIÓN (Paraguai)
UN/ECE United Nations / Economic Commission for Europe
UNL Universidad Nacional del Litoral (Argentina)
UNPP Unidade Nacional para a Preparação do Projeto (AR-Argentina, BR-Brasil, PY-
Paraguai e UR-Uruguai
Lista de Abreviaturas
ano BP ano Before Present(Antes do Presente)
ASCII código ASCII American Standard for Information Interchange
Ausên/100 ml ausência em 100 ml de amostra
VII
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Az Azimute
"C grau Celcius
CM Comitê de Monitoramento
CV cavalos vapor (unidade de força)
e.i. isto é
e.g. por exemplo
H hora
kg/ha quilograma por hectare
km/h quilômetro por hora
m metro
mg/l miligrama por litro
mg/l CaCO3 miligrama por litro em CaCO3
mgPt/l mg unidade de Platina por litro
m³/h metro cúbico por hora
m³/h/m metro cúbico por hora por metro de rebaixamento
m³/mês metro cúbico por mês
milibar unidade de pressão
m³- metro cúbico
mm milímetro
m³/mês metro cúbico por mês
m/s metro por segundo
m²/s metro quadrado por segundo
pmc - concentração máxima permissível
% - porcentagem
por mil
SAG Sistema Aqüífero Guarani
S/N sim ou não
TU Unidade de Trítrio
UR Unidade Regional
US$ - dolar americano
µg/l micrograma por litro
µS/cm micro Siemens por centímetro
VIII
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
1 INTRODUÇÃO
O Projeto de Proteção Ambiental e Gerenciamento Sustentável Integrado do Aqüífero Guarani
representa um projeto transfronteiriço que engloba os governos dos quatro paises Argentina,
Brasil, Paraguai e Uruguai que compartilham do Aqüífero Guarani (Figura 1). Este projeto tem
como objetivo "dar apoio a estes quatro paises na elaboração e implementação conjuntas da
estrutura institucional para o gerenciamento e preservação do Sistema Aqüífero Guarani-SAG,
tendo em vista as gerações atuais e futuras", conforme descrito na Proposta para Fundos de
Desenvolvimento de Projeto (PDF).
O projeto de proteção ambiental em referencia tem caráter preventivo e inclui uma série de
intervenções referentes a:
· expansão e consolidação da atual base de conhecimento;
· desenvolvimento e implementação, em ação conjunta, da estrutura de
gerenciamento do aqüífero;
· participação pública através de estrutura institucional e informações adequadas;
· implementação de medidas direcionadas a fontes de poluição não pontual e
· monitoramento e avaliação.
Como parte da preparação deste projeto, foi contratado um consultor responsável pela definição
das informações relevantes para implementação de uma rede de monitoramento, que por sua vez,
contribuirá para a criação e a operação sustentável de um Sistema de Informações.
O presente Relatório apresenta o desenvolvimento e resultados dos trabalhos realizados pela
empresa consultora encarregada da tarefa Definição de Informação Relevante para a Rede de
Monitoramento do Aqüífero acima referida. Iniciado em 18 de setembro e com fim previsto para
novembro de 2000, o Relatório contém, de forma detalhada, a relação das informações
relevantes e suas características visando determinar o perfil técnico-científico e o desenho da
Rede de Monitoramento do Aqüífero e que possa contribuir na implementação de um sistema de
informações do projeto.
2 OBJETIVOS
2.1 Objetivo
Geral
Este trabalho tem como objetivo geral elaborar um documento sintético e auto-explicativo, que
contenha de forma detalhada e concreta a relação das informações relevantes, assim como suas
características visando a determinação do perfil técnico-científico e o desenho da Rede de
Monitoramento do Aqüífero Guarani. Ademais, este trabalho deverá contribuir para o
estabelecimento e operação sustentável de um sistema de informações.
1
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
2
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
2.2 Objetivos
específicos
A seguinte relação representa os objetivos específicos deste trabalho que mais adiante serão
abordados de modo analítico e estratégico obedecendo quase a mesma seqüência:
· Metodologia utilizada;
· Tipos e características das informações;
· Forma e periodicidade na obtenção, amostragem e medição da informação, e
unidades para caracterização da informação;
· Características quantitativa e qualitativamente da água subterrânea e suas
manifestações paramétricas físico-químicas e biológicas, geralmente de caráter
ambiental, natural ou de origem antrópica. Assim como os mesmos parâmetros do
meio físico, onde as águas podem percolar, infiltrar, estar armazenada, fluir,
transitar e descarregar naturalmente ou serem captadas pelo homem;
· Necessidade ou não de captação de outros dados e informações destinadas à
ampliação, melhoria e aprofundamento do conhecimento do aqüífero;
· Procedimentos para verificação e validação da informação obtida, amostrada ou
medida;
· Alimentação do sistema de informações;
· Produtos;
· Disponibilização dos produtos
· Planejamento e estratégia para implementação e funcionamento da Rede de
monitoramento;
· Custos;
· Conclusões e Recomendações.
Tanto os objetivos gerais como os específicos acima citados fazem parte dos Termos de
Referência desta consultoria.
3 ANTECEDENTES
Como atividades preparatórias que antecedem a elaboração do Relatório foram realizadas visitas
de consultas nos quatro países envolvidos no Projeto Guarani, com intuito tanto de conhecer as
condições existentes de banco de dados e/ou sistemas de informações nos respectivos países
como obter subsídios técnicos em apoio à atividade da consultoria em pauta.
3.1 Participação na Oficina Preparatória do Projeto Guarani
A empresa consultora participou da Oficina Preparatória do Projeto Guarani, organizada pela
UNPP-BR e realizada em São Paulo, nos dias 18 e 19 de setembro de 2000. Esta oficina foi
conduzida através do emprego da Técnica METAPLAN, dando ênfase a participação ordenada
da maioria dos técnicos presentes. Estes técnicos participaram de uma discussão final foi
realizada em plenário e elaboraram um relatório conclusivo contendo sugestões para o objetivo
proposto, que foi dar apoio para a preparação da elaboração do Projeto Guarani.
3
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
3.2 Viagem de Consultas no Brasil, Uruguai, Argentina e Paraguai
Como parte da presente consultoria foi realizada, pela empresa consultora, uma viagem aos 4
países envolvidos no Projeto Guarani, com objetivo de obter subsídios para o melhor
desenvolvimento dos trabalhos. Esta viagem teve duração de duas semanas, correspondendo ao
período de 18/09 a 01/10/2000. Nesta oportunidade teve-se acesso aos bancos de dados e/ou
sistemas hidrogeológicos informatizados existentes, assim como a consulta de qual seria o
sistema de informação mais adequado para a rede de monitoramento do Projeto Guarani.
No Brasil, além da participação na Oficina da UNPP-BR, em São Paulo-SP (ver: item 3.1),
visitou-se o Instituto de Pesquisa Hidráulica-IPH, situado em Porto Alegre-RS. Nesta
oportunidade foi realizada uma reunião técnica com diversos professores deste instituto,
abordando-se a implantação/condução de um banco de dados e sistema de informação
hidrogeológica para o Projeto Guarani.
No Uruguai, em Montevidéu, participou-se de uma reunião da UNPP-UY e manteve contatos
técnicos nos escritórios da Obras Sanitária del Estado-OSE e da Dirección Nacional de Mineria e
Geologia-DINAMIGE.
Na Argentina, foi realizada uma reunião técnica com diversos representantes governamentais e
científicos da UNPP-AR, na sede da Subsecretaria de Recursos Hídricos-SRH em Buenos Aires.
No Paraguai, houve uma reunião técnica organizada pela UNPP-PY, no campus da Universidade
Nacional, em Assunção. Nesta ocasião estiveram presentes diversos representantes do governo e
do setor científico. Também foi visitado o escritório do Sistema Ambiental de la Região
Oriental-SARO, um empreendimento bilateral Paraguai-Alemanha, onde se encontra em pleno
funcionamento um sofisticado sistema de informação multidisciplinar. Este sistema poderá
representar um marco de referência dentro da área de trabalho do Aqüífero Guarani.
4 INFORMAÇÃO DISPONÍVEL
Foram coletados e analisados os dados de trabalhos disponíveis sobre a região em pauta,
sobretudo os que constam nos Anais de Associação Brasileira de Águas Subterrâneas-ABAS e
da Associação Brasileira de Recursos Hídricos-ABRH. Foi dada uma atenção especial às
publicações mais recentes sobre o Aqüífero Guarani, como as do I Congresso Mundial Integrado
de Águas Subterrâneas realizado no período de 31/07 a 04/08/2000 na cidade de Fortaleza-CE,
Brasil.
A versão preliminar da "Proposta de atividades para os diversos componentes do projeto e estado
atual do conhecimento", elaborada em julho de 2000 pela Secretaria de Recursos Hídricos do
Ministério de Meio Ambiente-Brasil, constitui-se uma importante fonte de informações
tabuladas sobre o conhecimento básico do Aqüífero Guarani nos diversos estados brasileiros,
bem como o nome das principais repartições públicas do Brasil que estão envolvidas nos estudos
sobre este aqüífero.
Menção de destaque merecem os documentos "Definição das bases conceituais e diretrizes para
a organização de um banco de dados para subsidiar a gestão ambiental do aqüífero Guarani" e
"Oficina Preparatória do Projeto Guarani". O primeiro resultou de uma oficina (workshop)
realizada em dezembro de 1999 na cidade de São Paulo-SP e que contou com participação do
4
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Instituto Geológico de São Paulo, da CETESB e da Coordenadoria de Planejamento Ambiental
enquanto que o segundo constitui-se no informe final da oficina organizada pela UNPP-BR e
realizada na cidade de São Paulo-SP em setembro de 2000 (item 3.1).
Diversas idéias orientadoras para os trabalhos do presente Relatório foram obtidas em uma
publicação muito esclarecedora, intitulada "State of the art on monitoring and assessment of
groundwater", Uil. H. et al, UN/ECE Task Force on Monitoring and Assessment, Lelystad,
September,1999.
5 METODOLOGIA
É importante salientar que a metodologia adotada visa definir e descrever os elementos
relevantes do monitoramento e avaliação da água subterrânea de um aqüífero transfronteiríço
que deverão resultar em recomendações atualizadas e que vão servir à formulação de linhas de
ações para um adequado gerenciamento do aqüífero. Um efetivo gerenciamento dos recursos
hídricos subterrâneos do aqüífero é baseado em informação. Esta informação provém de uma
avaliação das águas subterrâneas que somente poderá ser feita de maneira satisfatória através de
um monitoramento adequado do aqüífero. A noção correta da conexão entre esses três
componentes - monitoramento, avaliação e gerenciamento indicando o fluxo da informação, é
de fundamental importância para o sucesso do Projeto Guarani.
O processamento automatizado dos dados é atualmente um instrumento globalmente adotado.
Existe no mundo uma grande variedade de sistemas de banco de dados e diversos formatos de
dados foram desenvolvidos, o que dificulta a troca de informação. Um formato de transferência
de dados universalmente aceito (i. e. ASCII) será necessário para simplificar a troca de dados
entre os países vizinhos. Além disso, a Internet representa um instrumento poderoso para o
intercâmbio da informação e disponibilização dos produtos para diversos níveis de usuários.
A caracterização dos aqüíferos transfronteiriços limites, litologia, recarga e descarga,
condições de fluxo, qualidade de água é um pré-requisito básico no desenho da rede de
monitoramento. Uma visão tridimensional do sistema de fluxo subterrâneo e suas condições
dinâmicas das áreas de recarga às de descarga deverão ser obtidas.
Para o desenho da rede de monitoramento é de suma importância que a escala das medições seja
compatível com a escala da informação e do processamento a fim de obter a informação
requerida. Como primeira aproximação serão necessários o monitoramento e avaliação das águas
subterrâneas transfronteiriças à escala regional que abrange a totalidade da extensão do Aqüífero
Guarani. Porém, tendo em vista os possíveis fenômenos com efeitos adversos transfronteiriços
que ocorrem à escala local, a necessidade de outras e maiores escalas de trabalho deverá ser
encarada no futuro.
O gerenciamento dos recursos hídricos subterrâneos é geralmente o ponto de partida para o
monitoramento e avaliação de água subterrânea. A elaboração dos elementos básicos deste
gerenciamento (funções/usos, ameaças/problemas e medidas de manejo) e sua interação formam
o alicerço para o monitoramento e avaliação de água subterrânea.
A definição das necessidades de informação baseada nas tarefas e objetivos do gerenciamento
representa o primeiro passo para a especificação dos objetivos técnicos e, finalmente, para a
especificação dos dados a serem coletados. Alguns exemplos da conexão entre as necessidades
5
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
de informação, objetivas técnicos e os dados a serem coletados, de acordo com um determinado
nível de detalhamento, estão apresentados na Tabela 1.
Tabela 1 Exemplos de objetivos técnicos para a caracterização de sistemas de fluxo subterrâneo
Necessidades de Informação
Objetivos Técnicos
Dados a serem coletados
Contornos/níveis de água - tendência temporal;
- vários anos de níveis de água;
subterrânea dos diversos - média anual;
- no mínimo um ano,com freqüência;
aqüíferos
- média na estação chuvosa;
- no mínimo um ano, com freqüência;
Caracterização de sistemas
- média na estação seca.
- no mínimo um ano, com freqüência;.
De fluxo subterrâneo
Distribuição da qualidade de - distribuição de macro- e.g. Ca, Mg, K, Cl, SO4, HCO3, NO3, no
água não perturbada por parâmetros nas águas subter- mínimo uma amostra e uma campanha de
pontos de poluição
râneas
análise
Extrações dos diversos - extrações anuais;
- locação, profundidade e extrações mensais.
aqüíferos
- variações na extração.
Fonte:UN/CE Task Force on Monitoring and Assessment - State of the art on monitoring and assessment of groundwaters
Para a caraterização dos sistemas de fluxo subterrâneo, seus ameaças e problemas, necessários
para a definição das suas funções e usos potenciais, precisa-se de informação de diversos
aspectos e com níveis de detalhamento diversificado, como é demonstrado na Tabela 2
Reconhece-se que tanto o desenho como a implementação de um sistema de monitoramento e
avaliação deverá ser realizada de forma gradativa, seguindo uma seqüência de atividades
exemplificada a seguir:
· identificação das necessidades de informação;
· definição da estratégia de monitoramento e avaliação;
· desenho do sistema de monitoramento e avaliação (locações, variáveis e
freqüência);
· implantação do sistema;
· operação e manutenção;
· fluxo e gerenciamento de dados;
· utilização, avaliação e disponibilização da informação e
· identificação de necessidades de informação adicional.
O presente relatório situa-se em termos genéricos e seqüenciais no primeiro e parcialmente no
segundo item da lista de atividades relacionadas ao desenho e implementação do sistema de
monitoramento e avaliação acima descrita.
O objetivo geral do Projeto Guarani e suas principais tarefas foram mencionados no capítulo 1 -
INTRODUÇÃO. São tarefas bastante abrangentes que à sua vez requeiram dados igualmente
abrangentes e de tipos muito variáveis.
Nos itens seguintes, como parte da elaboração deste relatório, serão detalhados os objetivos
mencionados no item 2 que correspondem aos termos de referência desta consultoria.
6 TIPOS E CARACTERÍSTICAS DAS INFORMAÇÕES
Os dados a serem introduzidos no sistema serão obrigatoriamente georreferenciados e poderão
ser gráficos, tabulares (alfanuméricos), textuais ou "raster".
6
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Tabela 2 Conexão entre objetivo de gerenciamento e objetivos técnicos para monitoramento
Objetivo de
Necessidades
Objetivos técnicos
Tipo de dados (ou objetivos técnicos
Gerenciamento,
de informação
específicos). Alguns exemplos relativos à
tarefa
água subterrânea
1.Caracterização do
- sistema de água superficial;
- níveis de água subterrânea;
sistema de fluxo
- contornos níveis de água subterrânea;
subterrâneo (quadro
- componentes horizontal e vertical dos fluxos;
- macroparâmetros;
tridimensional)
- distribuição da qualidade de água subterrânea; - extrações anuais/mensais.
- extrações de água subterrânea;
- geologia;
- solo;
- geomorfologia;
- dados climáticos.
2.Aqüíferos, aquitardes e - 1 e adicionalmente:
- seleção dos locais representativos de
aquicludes (geometria,
- litologia;
monitoramento para determinados aqüíferos.
grau de interconexão)
- parâmetros hidráulicos.
3.Identificação do
- 1 + 2 e adicionalmente:
- medições de níveis de água subterrânea e
potencial de água
- tendências da qualidade de água e níveis de cálculos;
subterrânea
água subterrânea;
- macroparâmetros; -poluição difusa.
Caracterização do (disponibilidade de água - efeitos das extrações atuais;
sistema de fluxo subterrânea)
- balanços das águas subterrâneas atuais;
de água
- normas qualitativas de usos e funções.
subterrânea,
4.Vulnerabilidade de
- condição de fluxo subterrâneo;
- descarga / recarga.
ameaças e
água subterrânea
- propriedades de solo;
problemas,
- geologia.
definição das suas 5..Ameaças à água
- uso de solo;
-fertilizantes, pesticidas.
funções e usos
subterrânea
- poluição aérea;
potenciais.
- extração;
- drenagem;
- poluição pontual / linear;
- fontes potenciais de poluição.
6.Problemas (Quantidade - sobre-explotação;
- níveis e tendências
de água subterrânea)
- desicação;
de água subterrânea;
- desertificação;
- balanços de água subterrânea.
- subsidência de terreno;
- problemas de fundação.
7.Problemas (Qualidade - acidificação;
- parâmetros específicos.
de água subterrânea)
- excessos de nutrientes;
- salinização;
- poluição (expansão);
8.Valores referenciais
- fenômenos locais a serem evitados;
- parâmetros temáticos e.g.os que represen-
para condições naturais - condição natural;
tam acidificação, excesso de nutrientes,
ou condições do fundo
- efeitos antrópicos difusos.
salinização ou pesticidas.
Fonte:UN/CE Task Force on Monitoring and Assessment - State of the art on monitoring and assessment of groundwaters
Os dados gráficos podem ser classificados como poligonais, lineares ou pontuais, conforme
ilustrado na tabela 3.
Cada uma das entidades dos temas constantes na base de dados gráficos será relacionada a uma
base de dados tabulares (alfanumérico) onde serão mencionados seus atributos, forma de
obtenção, unidade de medida e periodicidade. (i.e. Tabela 4).
Os dados textuais são geralmente relacionados a normas, lei e decretos referentes ao uso dos
recursos hídricos do Aqüífero Guarani.
Os dados "raster" correspondem às imagens orbitais (LANDSAT, SPOT, RADARSAT etc) que
poderão ser utilizadas na atualização dos mapas de uso do solo e subsidiar os mapeamentos
geológico-estruturais e geofísicos.
7
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Tabela 3 - Base de Dados Gráficos
Abrangência Feições
Temas
Entidades
Mapa Hidrogeológico
Unidades Hidroestratigráficas
Mapa de Uso do Solo
Unidades de Uso do Solo
Mapa de Solos
Unidades Pedológicas
Poligonais
Mapa de Vegetação
Unidades Fitológicas
Mapa das Áreas de Exclusão
Áreas de Exclusão
Mapa de Drenagem
Corpos D'água
Mapa de Bacias Hidrográficas
Bacias Hidrográficas
Mapa Estrutural
Feições Estruturais
Lineares
Mapa de Corpos D´água
Corpos D´água
Mapa Altimétrico
Curvas de Nível
Meio Físico
Cadastro de poços
Poços
Análises
Isotópicas
Amostras
Análise
Hidroquímica
Amostras
Análise
Bacteriológica
Amostras
Pontuais
Análise Petrofísica e Petroquímoca
Amostras
Mapa de Pontos Cotados
Pontos Cotados
Hidrologia
Dados
Hidrológicos
Meteorologia
Dados
Meteorológicos
Sondagem Geofísica
Perfis Geofísicos
Textuais
Relatórios
Técnicos
Relatórios
Normas
Técnicas
Normas
Poligonais
Mapa Político
Limites, manchas urbanas etc
Sócio-Economicos
Lineares
Mapa Viário
Rede Viária
Pontuais
Mapa
Político
Sedes
Textuais
Portarias, Leis e Decretos
Documentos
7 FORMA E PERIODICIDADE DA INFORMAÇÃO
Neste item serão descritas as características de cada um dos dados gráficos, bem como as bases
de dados a cada um deles relacionada. Nestas bases de dados serão descriminadas a maneira de
obtenção, a unidade de medida e a periodicidade das amostragens ou medições a serem
realizadas.
Vale observar que a periodicidade de medição ou amostragem varia muito dentro de uma larga
amplitude de tempo, em função das variações dos elementos observados. Estas variações podem
ser: 1) naturais, com variações diurnas (i. e. precipitação), de curta duração(i.e. recarga de
chuvas) ou de longa duração(i.e. níveis de água conforme as estações) ou de muita longa duração
(i.e. tendências de certos elementos), ou 2) antrópicas (i.e. regimes de extrações de poços,
recarga induzida, etc.). Portanto, a periodicidade da obtenção de dados pode ser diária, mensal,
semestral, anual ou multi-anual, de acordo com os elementos envolvidos.
7.1 Mapa
Hidrogeológico
No mapa hidrogeológico serão apresentados os dados sobre o meio poroso em que a água
subterrânea se encontra, assim como nos meios adjacentes semipermeáveis e impermeáveis; os
dados sobre a água, suas características e condições, os dados de água subterrânea e os
fenômenos e estruturas relacionados. Alguns dados de caráter não-hidrogeológico (relevo básico,
hidrografia e, ocasionalmente a precipitação) também estarão normalmente presentes, uma vez
que sua ausência tornaria os mapas hidrogeológicos de pouca utilidade. Em princípio, o mapa
hidrogeológico será formado por dados geológicos, hidrológicos e geográficos ou, mais
especificadamente, dados estratigráficos, tectônicos, hidrogeológicos, geohidráulicos,
hidroquímicos, de engenharia sanitária e fisiográficos.
Menção especial merecem o artigo "Aqüífero Gigante do Mercosul no Brasil, Argentina,
Paraguai e Uruguai: Mapas Hidrogeológicos das Formações Botucatu, Piramboia, Rosário do
8
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Sul, Buena Vista, Misiones e Tacuarembó (1:5.000.000)" de Araújo, L.M. et al,1995, e o "Mapa
Hidrogeológico do Aqüífero Guarani, escala 1:2.500.000" de Campos, H.N.S, 2000. São mapas
de escala regional que poderão servir como marco de referência para o desenvolvimento dos
trabalhos.
Na base de dados tabulares ilustrada abaixo (Tabela 4) estão listados os atributos, forma de
obtenção, unidade de medida e periodicidade da obtenção das unidades do mapa hidrogeológico.
Tabela 4 - Base de Dados Tabulares do Mapa Hidrogeológico
Entidade Atributo
Obtenção
Unidade
Periodicidade
Indexador -
Número
-
Super Grupo
Relatório Técnico
Texto
-
Grupo
Relatório
Técnico
Texto
-
Formação
Relatório
Técnico
Texto
-
Membro
Relatório
Técnico
Texto
-
Unidade Hidroestratigráfica
Idade
Relatório Técnico
Ma
-
Litologia
Relatório
Técnico
Texto
-
Espessura
Relatório
Técnico
m
-
Porosidade
Relatório
Técnico
%
-
Permeabilidade
Relatório
Técnico
m/s
-
Transmissividade
Relatório
Técnico
m2/s
Coef. de armazenamento
Relatório Técnico
Número
-
Porosidade efetiva
Relatório Técnico
%
-
7.2 Mapa de Uso do Solo
A complexidade de fatores que envolvem a definição de atividades altamente poluidoras,
sobretudo com o nível de detalhamento que está sendo conduzido nos estudos das diversas
regiões, torna difícil elaborar uma lista completa e segura das instalações consideradas perigosas
aos aqüíferos. Em escala regional podem ser distinguidas, como primeira aproximação às áreas
urbanas, rurais, industriais e de minerações de grande porte, estimando-se da carga poluidora de
alguns grupos de contaminantes mais freqüentes.
Com relação às regiões sujeitas a captações intensivas de água subterrânea, serão distintas, em
escala regional, as áreas de maior consumo atual e a demanda futura.
Na Tabela 5 estão listados o atributo, a forma de obtenção, as unidades de medida e a
periodicidade de atualização das unidades de uso do solo.
Tabela 5 - Base de Dados Alfanuméricos do Mapa de Uso do Solo
Entidade Atributo
Obtenção
Unidade
Periodicidade
Indexador
-
Número
-
Atividade
principal
Relatório
Texto
-
Metais Pesados
Relatório e Análises
Texto
-
Carga de Metais Pesados
Relatório e Análises
kg/ha
-
Não-Metálicos
Relatório e Análises
Texto
-
Unidade de Uso do Solo
Carga de Não-Metálicos
Relatório e Análises
kg/ha
-
Comp. Orgânicos
Relatório e Análises
Texto
-
Carga de Comp Orgânicos
Relatório e Análises
kg/ha
-
Comp. Orgânicos Halogenados
Relatório e Análises
Texto
-
Carga de comp Org Halogen
Relatório e Análises
kg/ha
-
Organismos Fecais
Relatório e Análises
Texto
-
Carga de Organismos Fecais
Relatório e Análises
kg/ha
-
Consumo D'água Atual
Relatório e Medições
m3 -
Demanda D'água Futura
Estimativa
m3 -
9
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
7.3 Mapa de Solos
Na área abrangente do Aqüífero Guarani distinguem-se várias dezenas de associações de
diferentes solos, cada uma das quais composta de um ou mais unidades e ocupando posições
características na paisagem. A seqüência de destas unidades edáficas está intimamente
relacionada com a topografia, a geomorfologia e a litologia da região. Cada associação de solos é
caracterizada per um solo dominante o solo mais extenso e pelos solos associados com
extensões menores.
No mapa de solos do Aqüífero Guarani estão cartografados 8 diferentes tipos dominantes
conforme os dois maiores elementos estruturais da região:
· Planícies
- Solos da Bacia do Paraná/Paraguai;
- Solos das Planícies do sul do Brasil e do Uruguai;
- Solos da Pampa Argentina;
- Solos do Chaco e Peripampa;
· Altiplanos
- Solos do Altiplano dos Cerrados do Brasil Central;
- Solos do Altiplano do Brasil centro-sul;
- Solos dos Planaltos do Brasil sul;
- Solos dos Planos do sul do Brasil e Uruguai.
Vale salientar que a cada um destes elementos estruturais maiores existe um padrão
característico de clima-vegetação-solo.
Os atributos do mapa de solos, bem como a forma de obtenção, as unidades de medida e a
periodicidade de coleta estão relacionadas da Tabela 6.
Tabela 6 - Base de Dados Alfanuméricos do Mapa de Solos
Entidade Atributo
Obtenção
Unidade
Periodicidade
Indexador
-
Número
-
Solo dominante
Relatório e Análises
Texto
-
Solos Secundários
Relatório e Análises
Texto
-
Textura do solo dominante
Relatório e Análises
Texto
-
Unidade de solos
Textura dos solos Secundários
Relatório e Análises
Texto
-
Espessura do solo dominante
Relatório e Análises
Texto
-
Espessura dos solos Secundários
Relatório e Análises
Texto
-
pH do solo dominante
Relatório e Análises
Texto
-
pH dos solos Secundários
Relatório e Análises
Texto
-
7.4 Mapa de Vegetação
O mapa de vegetação distingue em uma determinada região, os diversos tipos de cobertura
vegetal. Este conhecimento é utilizado na exploração e manejo sustentável de recursos florestais,
nos setores de proteção ambiental, no planejamento de projetos, na área de engenharia, etc. Na
hidrogeologia, os processos de infiltração da água no subsolo dependem, em alto grau, do tipo de
vegetação e da espessura, estrutura e propriedades intrínsecas dos solos.
Os grandes grupos fitológicos encontrados dentro dos limites do Aqüífero Guarani são:
· Bosques Estacionais encontrados nas porções oriental e sul do Brasil, no
Paraguai oriental e em Misiónes na Argentina;
· Terras Pastoris Naturais Temperadas (Pampas) constituem-se as terras
pastoris do sul do Brasil e do Uruguai;
10
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
· Bosques Temperados que correspondem aos Bosques Araucária angustifólia
do sul do Brasil;
· Parque Mesopotâneo que ocorre na Argentina;
· Formações Áridas correspondentes aos bosques com arbustos espinhosos
(Bosque pampeano);
· Pradaria de planaltos existentes no sul do Brasil.
Na Tabela 7 estão ilustrados os atributos, forma de obtenção, unidade de medida e periodicidade
de obtenção das unidades de vegetação.
Tabela 7 - Base de Dados Alfanuméricos do Mapa de Vegetação
Entidade Atributo
Obtenção
Unidade
Periodicidade
Unidade de Vegetação
Indexador
-
Número
-
Espécies
Vegetais
Relatório
Texto
-
7.5 Mapa das Áreas de Exclusão
No Mapa das Áreas de Exclusão estarão delimitados os perímetros das áreas demarcadas pelo
zoneamento ambiental tais como as áreas de preservação permanente (APP), as áreas de
preservação ambiental (APA), as áreas de conservação permanente (ACP) e as áreas de
restauração (AR) bem como os sítios históricos, as áreas de proteção de mananciais etc. Alem
dos limites mencionados acima, serão caracterizados os aspectos legais de cada uma das
unidades cartografadas.
A Tabela 8 contempla os atributos, maneira de obtenção, unidade de medida e periodicidade de
obtenção das unidades das áreas de exclusão.
Tabela 8 - Base de Dados Alfanuméricos do Mapa das Áreas de Exclusão
Entidade Atributo
Obtenção
Unidade
Periodicidade
Indexador -
Número
-
Unidade das áreas de exclusão
Categoria
Relatório
Texto
-
Aspectos
Legais
Relatório
Texto
-
7.6 Mapa de Corpos d´Água
No mapa de corpos dágua será cartografados não só os rios com margem dupla, mas também as
represas, barragens, açudes, lagoas e lagos.
Na Tabela 9 estão relacionados os atributos, modos de obtenção, unidades de medida e
periodicidade de obtenção das unidades dos corpos d´água.
Tabela 9 - Base de Dados Alfanuméricos do Mapa de Corpos d'água
Entidade Atributo
Obtenção
Unidade
Periodicidade
Indexador -
Número
-
Unidade de Corpos D´água
Tipo de corpo
Cartas
Texto
-
Ordem
Cartas
Número
-
7.7 Mapa de Bacias Hidrográficas
A delimitação das bacias e sub-bacias hidrográficas existentes nos domínios do Aqüífero
Guarani será realizada através de uma criteriosa análise da rede de drenagem e do mapa
altimétrico. Como parte da caracterização das bacias hidrográficas serão determinados alguns
11
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
parâmetros básicos, tais como: ordem, comprimento da vazão superficial, densidade de
drenagem, índice de circularidade, índice de forma, declividade média e índice de rugosidade.
Os atributos, forma de obtenção, unidade de medida e periodicidade de obtenção das unidades de
bacia hidrográficas estão apresentadas na Tabela 10.
Tabela 10 - Base de Dados Alfanuméricos do Mapa de Bacias Hidrográficas
Entidade Atributo
Obtenção
Unidade
Periodicidade
Indexador -
Número
-
Bacia
Relatórios e Mapas
-
Sub-Bacia
Relatórios e Mapas
-
Ordem
Relatórios e Mapas
Número
-
Unidade de Bacia
Comprimento de vazão Superf.
Relatórios e Mapas
Número
-
Densidade de Drenagem
Relatórios e Mapas
Número
-
Índice de Circularidade
Relatórios e Mapas
Número
-
Índice de Forma
Relatórios e Mapas
Número
-
Declividade Média
Relatórios e Mapas
Número
-
Índice de Rugosidade
Relatórios e Mapas
Número
7.8 Mapa
Estrutural
No mapa estrutural estarão presentes diversos lineamentos, sistemas de falhas regionais (zonas
de falhas principais de Presidente Epitácio, Guapiara, São Gerônimo-Curiuva, Cândido de Abreu
e Piquiri), arcos principais (Ponta Grossa e Rio Grande), estruturas específicas de soerguimento
(Piratininga e Vargeão), além dos depocentros de lavas da Formação Serra Geral. Todos esses
elementos estruturais em conjunto controlam o comportamento estrutural do Aqüífero Guarani.
Outros fenômenos relevantes e mapeáveis, tais como diques e enxames de diques, poderão ser
incluídos neste mapa estrutural.
A Tabela 11 ilustra os atributos, maneira de obtenção, unidade de medida e periodicidade de
obtenção das unidades do mapa estrutural.
Tabela 11 - Base de Dados Alfanuméricos do Mapa Estrutural
Entidade Atributo
Obtenção
Unidade
Periodicidade
Unidade do Mapa Estrutural
Indexador
-
Número
-
Tipo de estrutura
Relatórios e Mapas
Texto
-
7.9 Mapa de Drenagem
No mapa de drenagem estarão presentes todos os canais que compõem a rede de drenagem e que
apresentem aspecto linear. A cada canal será atribuída uma ordem, utilizando-se para tal a
metodologia proposta por STRALLER.
Na tabela 12 estão ilustrados os atributos, maneira de obtenção, unidade de medida e
periodicidade de extração dos elementos da rede de drenagem.
Tabela 12 - Base de Dados Alfanuméricos do Mapa de Drenagem
Entidade Atributo
Obtenção
Unidade
Periodicidade
Unidade de Drenagem
Indexador
-
Número
-
Ordem
Cartas
Texto
-
12
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
7.10 Mapa Altimétrico
O mapa altimétrico será formado unicamente pelas curvas de nível extraídas das cartas plani-
altimétricas. Estes elementos cartográficos são de vital importância na elaboração de perfis
topográficos, dos modelos numéricos do terreno e nas cartas de declividade.
Na Tabela 13 estão enumerados os atributos das curvas de nível, no que diz respeito a seus
atributos, modo de obtenção, unidade de medida e periodicidade de atualização.
Tabela 13 - Base de Dados Alfanuméricos do Mapa Altimétrico
Entidade Atributo
Obtenção
Unidade
Periodicidade
Unidade de elevação
Indexador
-
Número
-
Curva de nível
Cartas Plani-altimétricas
Número
-
7.11 Cadastro de Poços
As informações armazenadas no cadastro de poços fornecerão subsídios técnicos indispensáveis
ao conhecimento hidrogeológico atual e evolutivo do Aqüífero Guarani, bem como dará suporte
a um efetivo, duradouro e integrado programa de gestão do mesmo.
A Tabela 14 ilustra os atributos, maneira de obtenção, unidade de medida e periodicidade de
obtenção das unidades do cadastro de poços.
13
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Tabela 14 - Base de Dados Alfanuméricos do Cadastro de Poços
Entidade Atributo
Obtenção
Unidade
Periodicidade
Indexador
-
Número
-
Pais
Cartas
Texto
-
Estado
Cartas
Texto
-
Município
Cartas
Texto
-
Local
Cartas
Texto
-
Nome do Proprietário
Relatório ou campo
Texto
-
Endereço do proprietário
Relatório ou campo
Texto
-
Meridiano Central
Cartas ou campo
Número
-
Latitude UTM
Cartas ou campo
Número
-
Longitude UTM
Cartas ou campo
Número
-
Latitude
Cartas ou campo
Grau
-
Longitude
Cartas ou campo
Grau
-
Método de Perfuração
Relatório ou campo
Texto
-
Data de Perfuração
Relatório ou campo
Texto
-
Fonte de Informação
Relatório ou campo
Texto
-
Profundidade
Relatório ou campo
m
-
Diâmetro do Revestimento
Relatório ou campo
Texto
-
Tipo do Revestimento
Relatório ou campo
Texto
-
Comprimento do Revest.
Relatório ou campo
Texto
-
Diâmetro do Filtro
Relatório ou campo
Texto
-
Tipo do Filtro
Relatório ou campo
Texto
-
Comprimento do Filtro.
Relatório ou campo
Texto
-
Unidade de poço
Área Livre
Relatório ou campo
%
-
Ranhura
Relatório ou campo
mm
-
Tipo do Pré-filtro
Relatório ou campo
Texto
-
Comprimento do Pré-filtro
Relatório ou campo
Texto
-
Tipo da cimentação
Relatório ou campo
Texto
-
Comprimento da cimentação
Relatório ou campo
Texto
-
Unidade Geológica
Relatório ou campo
Texto
-
Unidade Hidroestratigráfica
Relatório ou campo
Texto
-
Litologia
Relatório ou campo
Texto
-
Perfilagem resistividade elétrica
Relatório ou campo
S/N
-
Perfilagem SP
Relatório ou campo
S/N
-
Perfilagem Raios Gama
Relatório ou campo
S/N
-
Caliper
Relatório ou campo
S/N
-
Data teste Bombeamento
Relatório ou campo
Número
-
Tipo teste Bombeamento
Relatório ou campo
Texto
-
Unidade de bombeamento
Relatório ou campo
Texto
-
Duração
Relatório ou campo
mim
-
Nível estático
Relatório ou campo
m
1 mês
Nível dinâmico
Relatório ou campo
m
1 mês
Vazão
Relatório ou campo
m3/h 1
mês
Vazão livre (jorrante)
Relatório ou campo
m3/h 1
mês
Método de medição vazão
Relatório ou campo
Texto
-
Vazão específica
Relatório ou campo
M3/h/m 1
mês
Método de interpretação
Relatório ou campo
Texto
-
Transmissividade
Relatório ou campo
m2/s -
Conductividade hidráulica
Relatório ou campo
m/s
-
Coef. de armazenamento
Relatório ou campo
Número
-
Porosidade efetiva
Relatório ou campo
%
-
Resistência hidráulica
Relatório ou campo
dia
-
Fator
leakage
Relatório ou campo
m
-
Fator
drainage
Relatório ou campo
m
-
Perda de carga
Relatório ou campo
m
-
Eficiência do poço
Relatório ou campo
%
-
Uso da água
Relatório ou campo
Texto
-
Unidade de bombeamento
Relatório ou campo
Texto
-
Capacidade bombeamento
Relatório ou campo
CV
-
Tipo de reservatório
Relatório ou campo
Texto
-
Capacidade reservatório
Relatório ou campo
m3 -
Produção
Relatório ou campo
M3/mes 1
mês
14
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
7.12 Análises Isotópicas
Neste item serão relacionadas às análises isotópicas realizadas em cada poço contido no Cadastro
de Poços. As amostras das águas subterrâneas serão coletadas no período da perfuração ou em
datas posteriores, como parte de uma rotina de controle ou de monitoramento.
Os atributos das análises, bem como a forma de obtenção, as unidades de medida e a
periodicidade de coleta estão relacionadas da Tabela 15.
Tabela 15 - Base de Dados Alfanuméricos das Analises Isotópicas
Entidade Atributo
Obtenção
Unidade
Periodicidade
Indexador
-
Número
-
. O18 Análise
Bianual
H2 Análise
.
Bianual
H2 Excessiva
Análise
.
Bianual
H3 Análise
TU
Bianual
Unidade de Análise
H3-Erro. Análise
±TU
Bianual
C13 Análise
Bianual
C14 Análise
.pmc
Bianual
C14-Erro. Análise
±.pmc
Bianual
C14 Idade
Análise
ano BP
Bianual
C14-Erro
Análise
± ano BP
Bianual
S34. Análise
%
Bianual
7.13 Análise Hidroquímica
Como parte deste item serão realizadas análises hidroquímicas de cada amostra coletada nos
poços constantes no Cadastro de Poços. Estas amostras serão coletadas durante a perfuração ou
em datas posteriores, como parte da rotina de controle ou monitoramento.
Na Tabela 16 estão listadas as características dos dados alfanuméricos referente às análises
hidroquímicas, tais como os atributos, a forma de obtenção, as unidades de medida e a
periodicidade de coleta
15
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Tabela 16 - Base de Dados Alfanuméricos das Analises Hidroquímicas
Entidade Atributo
Obtenção
Unidade
Periodicidade
Indexador
-
Número
-
Condutividade
Elétrica
Análise
µS/cm
6 meses
pH
Análise
Número
6
meses
Temperatura
Análise
ºC
6
meses
Cor aparente
Análise
mgPt/l
6 meses
.Potássio
Análise
mg/l
6
meses
Sódio
Análise
mg/l.
6
meses
Cálcio
Análise
mg/l
6
meses
Magnésio
Análise
mg/l
6
meses
Cloreto
Análise
mg/l
6
meses
Sulfato
Análise
mg/l
6
meses
Bicarbonato
Análise
mg/l
6
meses
Carbonato
Análise
mg/l
6
meses
Nitrato
Análise
mg/l
6
meses
Nitrito
Análise
mg/l
6
meses
Nitrogênio Total
Análise
mg/l
6 meses
Nitrogênio Amoniacal
Análise
mg/l
6 meses
Fosfato
Análise
mg/l
6
meses
Fluoretos
Análise
mg/l
6
meses
Boro
Análise
mg/l
6
meses
Dureza
Total
Análise
Mg/lCaCO3 6
meses
Dureza de Carbonato
Análise
Mg/lCaCO3 6
meses
Alumínio
Análise
mg/l
6
meses
Arsênio
Análise
mg/l
6
meses
Unidade de Análise
Bário
Análise
mg/l
6 meses
Bromo
Análise
mg/l
6
meses
Cádmio
Análise
mg/l
6
meses
Chumbo.
Análise
mg/l
6
meses
Cianetos
Análise
mg/l
6
meses
Cromo
Análise
mg/l
6
meses
Cobre
Análise
mg/l
6
meses
Ferro
Análise
mg/l
6
meses
Manganês
Análise
mg/l
.6
meses
Mercúrio
Análise
mg/l
6
meses
Níquel
Análise
mg/l
6
meses
Prata
Análise
mg/l
6
meses
Selênio
Análise
mg/l
6
meses
Lítio
Análise
mg/l
6
meses
Estrôncio
Análise
mg/l
6
meses
Zinco
Análise
mg/l
6
meses
Arsênio
Análise
mg/l
6
meses
Fosfato
Análise
mg/l
6
meses
Iodo
Análise
mg/l.
6
meses
CO2 livre Análise
mg/l
6
meses
Óxido de Alumínio
Análise
mg/l
6 meses
Sílica Total
Análise
mg/l
6 meses
Sílica Solúvel
Análise
mg/l
6 meses
Potencial Redox
Análise
mg/l
6 meses
Totais Sais Dissolvidos
Análise
mg/l
6 meses
Demanda de Oxigênio.
Análise
mg/l
6 meses
Demanda de Oxigênio Biológico
Análise
mg/l
6 meses
Carbono Orgânico Total
Análise
mg/l
6 meses
Trihalometanos
Análise
µg/l
6 meses
Aldrin
Análise
µg/l
6 meses
Dieldrin
Análise
µg/l
6 meses
Benzeno
Análise
µg/l
6 meses
Benzo-a-pireno
Análise
µg/l
6 meses
Clordabo
Análise
µg/l
6 meses
DDT
Análise
µg/l
6 meses
Endrin
Análise
µg/l
6 meses
Heptacloro
Análise
µg/l
6 meses
Herpt
Análise
µg/l
6 meses
Epóxido
Análise
µg/l
6 meses
Hexaclorobenzeno
Análise
µg/l
6 meses
Lindano (grama HCH)
Análise
µg/l
6 meses
Metoxicloro
Análise
µg/l
6 meses
Pentaclorofenol
Análise
µg/l
6 meses
Tetracloroetano
Análise
µg/l
6 meses
Diclorofenol
Análise
µg/l
6 meses
Triclorofenol
Análise
µg/l
6 meses
16
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
7.14 Análise Bacteriológica
Na base de dados correspondentes às análises bacteriológicas estarão contidos os resultados
referentes às análises bacteriológicas realizadas nas águas coletadas em cada poço do Cadastro
de Poços. As amostras a serem analisadas serão coletadas durante o período da perfuração ou em
datas posteriores, como parte da rotina de controle ou de monitoramento.
Os atributos, forma de obtenção, unidade de medida e periodicidade de obtenção das unidades de
análise bacteriológica estão apresentadas na Tabela 17.
Tabela 17 - Base de Dados Alfanuméricos das Analises Bacteriológicas
Entidade Atributo
Obtenção
Unidade
Periodicidade
Indexador -
Número
-
Unidade de Anáçise
Coliformes totais
Relatórios ou Análises
Ausên/100ml
6 meses
Escherichia Coli
Relatórios ou Análises
Ausên/100ml
6 meses
Bactérias totais
Relatórios ou Análises
Ausên/100ml
6 meses
7.15 Análise Petrofísica e Petroquímica
As análises petrofísica e petroquímica são um dos elementos mais utilizados no apoio do
esclarecimento da geologia de um aqüífero, a partir da determinação dos seguintes fatores:
litologia, fácies, ambiente geológico, sucessão geológica, geoquímica, geometria dos sistemas
aqüíferos, posições relativas, distribuições espaciais, estruturas, limites, historia geológica,
sucessão de eventos e de ambientes. A necessidade da sofisticação petrográfica e pertoquímica é
função dos terrenos sedimentares em que se insere o aqüífero Guarani. São as propriedades
intrínsecas destes sedimentos, assim como suas variações laterais, que determinam as
propriedades hidráulicas do aqüífero, que desempenham um papel fundamental na formação dos
fluxos e sistemas de fluxos subterrâneos.
Os atributos, forma de obtenção, unidade de medida e periodicidade de obtenção das unidades de
análises petrográficas e petroquímicas estão apresentadas na Tabela 18.
Tabela 18 - Base de Dados Alfanuméricos da Analise Petrofísica e Petroquímica
Entidade Atributo
Obtenção
Unidade
Periodicidade
Indexador
-
Número
-
Unidade de Análise
Análise Petrofísica
Relatório e Análises
Análise Petroquímica
Relatório e Análises
7.16 Mapa de Pontos Cotados
O mapa de pontos cotados será elaborado a partir de consulta as cartas plani-altimétricas que
contenham estes elementos cartográficos. Os pontos cotados constituem-se elementos de grande
utilidade na elaboração de perfis topográficos, dos modelos numéricos do terreno e nas cartas de
declividade.
Na Tabela 19 estão listados os atributos das curvas de nível, no que diz respeito a seus atributos,
modo de obtenção, unidade de medida e periodicidade de atualização.
Tabela 19 - Base de Dados Alfanuméricos do Mapa de Pontos Cotados
Entidade Atributo
Obtenção
Unidade
Periodicidade
Unidade de elevação
Indexador
-
Número
-
Pontos Cotados
Cartas Plani-altimétricas
Número
-
17
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
7.17 Hidrologia
Os dados hidrológicos propiciarão o balanço hídrico dos sistemas hidrogeológicos. Além disso, é
recomendável que seja realizado um estudo específico dos hidrogramas visando a separação das
vazões superficiais e subterrâneas dos rios principais e/ou representativos das bacias, bem como
a análise das vazões mínimas.
Recomenda-se ainda que as estações hidrológicas com dados de mais longa duração histórica
sejam devidamente cartografadas para facilitar o acesso e manuseio das informações
hidrológicas.
Na Tabela 20 estão relacionados os atributos, modos de obtenção, unidades de medida e
periodicidade de obtenção das unidades dos corpos d´água.
Tabela 20 - Base de Dados Alfanuméricos de Hidrologia
Entidade Atributo
Obtenção
Unidade
Periodicidade
Indexador
-
Número
-
Unidade hidrológica
Altura de Chuva
Relatório ou Medição
mm
Diária
Nível do Rio
Relatório ou Medição
cm
Diária
Medição de Descarga Líquida
Relatório ou Medição
m3/s Diária
Medição de Descarga Sólida
Relatório ou Medição
mg/s
Diária
Temperatura
Relatório ou Medição
oC Diária
Ph
Relatório ou Medição
Número
Diária
Condutividade Elétrica
Relatório ou Medição
µS/cm
Diária
Coliformes Fecais
Relatório ou Análise
Ausên/100ml
Mensal
Demanda de Oxigênio.
Relatório ou Análise
mg/l
Mensal
Demanda de Oxigênio Biológico
Relatório ou Análise
mg/l
Mensal
7.18 Metereologia
Os dados de clima servirão principalmente para a elaboração do balanço hídrico geral e
subterrâneo visando discriminar as zonas com excesso, equilíbrio e déficit hídrico, a fim de
identificar de forma preliminar as regiões com potencial de recarga subterrânea e irrigação. Para
o balanço hídrico a nível edáfico, o cálculo da evapotranspiração envolve a análise dos dados de
precipitação, temperatura, umidade, cobertura vegetal, radiação e tipo de solo. São necessários
ainda os registros relacionados às observações contínuas de longa duração de precipitação (> 30
anos) e de temperatura (> 10 anos).
Com relação à cartografia meteorológica, serão necessários elaborar cartas de igual
evapotranspiração, excesso e déficit hídrico, além dos mapas de isoietas, isotérmicos, de iso-
umidade e radiação.
São também recomendáveis a cartografia das estações climáticas com dados de longo registro
histórico, para o fácil acesso e manuseio das informações.
Os atributos das análises, bem como a forma de obtenção, as unidades de medida e a
periodicidade de coleta estão relacionadas da Tabela 21.
18
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Tabela 21 - Base de Dados Alfanuméricos de Meteorologia
Entidade Atributo
Obtenção
Unidade
Periodicidade
Indexador
-
Número
-
Precipitação
Relatórios ou Medição
mm
Diária
Temperatura
Relatórios ou Medição
oC Diária
Insolação
Relatórios ou Medição
H
Diária
Unidade Metereológicas
Pressão Atmosférica
Relatórios ou Medição
milibar
Diária
Velocidade do Vento
Relatórios ou Medição
km/h
Diária
Direção do Vento
Relatórios ou Medição
Azo Diária
Evaporação em Tanque A
Relatórios ou Medição
mm
Diária
Umidade Relativa
Relatórios ou Medição
%
Diária
7.19 Sondagem Geofísica
A sondagem geofísica aqui referida corresponde a sondagem elétrica vertical (SEV) que
representa uma ferramenta muito apropriada na avaliação das camadas e estruturas geológicas
em profundidade. Tendo em vista a ocorrência de derrames basálticos, muitas vezes com grande
espessura, extensão e notáveis variações laterais, a determinação do arcabouço geológico do
aqüífero Guarani torna-se muito difícil. Esta dificuldade é contornada com o auxílio da SEV que
propicia não só a avaliação do recurso hídrico mas também o planejamento de captações
profundas. A ótima performance deste método, em função do contraste significativo de
resistividade entre a zona de interesse e a imediatamente superior, apresenta muitas vantagens
em comparação com outros métodos geofísicos (i.e. sísmico). A sondagem elétrica vertical é
especialmente eficaz, e se destaca como instrumento valioso de apoio à investigação, em áreas
de poucas informações como é o caso de algumas regiões do Aqüífero Guarani.
A Tabela 22 ilustra os atributos, maneira de obtenção, unidade de medida e periodicidade de
obtenção das unidades da sondagem geofísica.
Tabela 22 - Base de Dados Alfanuméricos da Sondagem Geofísica
Entidade Atributo
Obtenção
Unidade
Periodicidade
Indexador -
Número
-
Unidade da Sondagem Geofísica
Espessara da Cobertura
Relatório e Sondágem
m
-
Espessara do Aqüífero
Relatório e Sondágem
m
-
Base do Aqüífero
Relatório e Sondágem
m
-
7.20 Relatórios Técnicos
Neste conjunto de dados textuais estarão inclusos os mapeamentos temáticos (geológico,
pedológico, fitológico, meteorológicos, climáticos etc.), teses, anais, periódicos, revistas e tantas
outras publicações técnico-científicas que abordem as características do meio físico associado ao
Aqüífero Guarani.
7.21 Normas Técnicas
Nesta base de dados serão armazenadas as normas técnicas destinadas a padronizações de varias
atividades, tais como perfuração e construção de poços, coleta de dados, alimentação de base de
dados, tipo e periodicidade da amostragem etc.
7.22 Mapa Político (Polígonos)
Estará assinalado no mapa político apenas as feições poligonais associadas aos limites
internacionais, estaduais e municipais, extraídos todos das cartas topográficas.
19
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Os principais, forma de obtenção, unidade de medida e periodicidade de obtenção das unidades
do mapa político estão apresentadas na Tabela 23. Deve-se salientar que se considerando a
grande quantidade dos atributos sócio-econômicos possíveis, achou-se por bem enumerar apenas
aqueles considerados mais relevantes.
Tabela 23 - Base de Dados Alfanuméricos do Mapa Político
Entidade Atributo
Obtenção
Unidade
Periodicidade
Indexador
-
Número
-
População Urbana
Dados Censitários
Número
-
População Rural
Dados Censitários
Número -
Unidade Mapa Político
Saneamento Básico
Dados Censitários
% -
Tratamento de Lixo
Dados Censitários
% -
Rede de distribuição de água
Dados Censitários
% -
Produto Interno Bruto
Dados Censitários
U$ -
7.23 Mapa Viário
No mapa viário serão contempladas as principais vias de acesso existentes dentro dos domínios
do Aqüífero Guarani. A presença de uma boa malha viária constitue-se num elemento de infra-
estrutura que poderá incrementar o desenvolvimento sócio-econômico de uma determinada
região. Por outro lado, esta malha viária pode ser utilizada para transporte de cargas
contaminantes que representam uma ameaça potencial de acidentes ambientais. Dentre os
elementos viários lineares pode-se destacar as rodovias, estradas secundarias, oleodutos,
gasodutos, hidrovias e ferrovias.
Na Tabela 24 estão listados os atributos das unidades viárias, no que diz respeito a seus atributos,
modo de obtenção, unidade de medida e periodicidade de atualização.
Tabela 24 - Base de Dados Alfanuméricos do Mapa Viário
Entidade Atributo
Obtenção
Unidade
Periodicidade
Unidade viária
Indexador
-
Número
-
Tipo de via
Cartas Topográficas
Texto
-
Volume de Tráfego
Relatórios e Censos
Texto
-
Volume de Carga
Relatórios e Censos
Texto
-
7.24 Mapa Político (Pontos)
Neste mapa político serão assinaladas informações correspondentes a sedes municipais e as
principais cidades, desde que estas sejam representadas por elementos pontuais. Considerando-se
a grande quantidade dos atributos sócio-econômicos possíveis de serem associados às unidades
políticas, achou-se por bem enumerar apenas aqueles considerados mais importantes.
Os atributos, forma de obtenção, unidade de medida e periodicidade de obtenção das unidades
políticas estão apresentadas na Tabela 25.
Tabela 25 - Base de Dados Alfanuméricos do Mapa Político
Entidade Atributo
Obtenção
Unidade
Periodicidade
Indexador -
Número
-
População Urbana
Dados Censitários
Número
-
População Rural
Dados Censitários
Número -
Unidade Política
Saneamento Básico
Dados Censitários
% -
Tratamento de Lixo
Dados Censitários
% -
Rede de distribuição de água
Dados Censitários
% -
Produto Interno Bruto
Dados Censitários
U$ -
20
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
7.25 Portarias, Leis e Decretos
Nesta base de dados estarão armazenadas as portarias, leis e decretos elaborados com intuito de
regulamentar o uso, proteção e manejo dos recursos hídricos de forma a promover uma
exploração integrada e sustentável do Aqüífero Guarani.
8 VERIFICAÇÃO E VALIDAÇÃO DAS INFORMAÇÕES
As verificações e validações das informações serão realizadas pelas Unidades Regionais,
segundo protocolos estabelecidos pelo Comitê Central (Ver: Item 11 - Disponibilização dos
Produtos).
Os seguintes protocolos sintetizam as fases de Entrada e Processamento de Dados
· Entrada de Dados O controle consistirá na verificação padrão que incluem:
- a locação correta do poço;
- cada dado é acompanhado de uma medição e/ou amostragem com
observações;
- as medições dos níveis de água localizam-se acima da base do filtro;
- detecção de valores anômalos por testes estatísticos e correlação com valores
da vizinhança;
- formato correto dos dados;
- análise química e conversão correta nas unidades padrões;
- tipo de análise química, valores dentro dos limites naturais conhecidos;
- eventuais outros critérios.
· Validação dos Dados A validação dos dados será efetuada no momento de
transferência dos Dados de Entrada para o Banco de Dados principal da Unidade
Regional:
- cálculo do balanço iônico;
- detecção de valores extremos não realísticos;
- relações químicas (CO2-HCO3-Ca-pH. pH, etc.) improváveis;
- tipos hidroquímicos improváveis;
- os dados de perfurações são convertidos em códigos litográficos e depois
utilizados na elaboração dos perfis de poços; faz-se a correlação destes perfis
com os dados da perfilagem geofísica dos poços ou comparam-se os mesmos
com os dados de poços vizinhos.
· Miscelânea de dados Controle periódico semestral dos dados administrativos
através de verificações de tabelas existentes.
· Segurança do Banco de Dados das Unidades Regionais Um protocolo
especial resguarda a segurança dos bancos de dados mediante o cadastramento
prévio dos usuários de diversos níveis fazendo com que o acesso aos dados será
realizado de forma diferenciada. As medidas de segurança dos Bancos de Dados
incluem também o estabelecimento de um segundo Banco de Dados idêntico em
local diferente do primeiro.
9 ALIMENTAÇÃO DO SISTEMA
Alimentação dos dados será realizada pelas Unidades Regionais, sendo portanto totalmente
descentralizada. As UR's só introduzirão os dados no sistema após uma criteriosa análise de
21
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
consistência que atenderá a periodicidade e os protocolos estabelecidos pelo Comitê de
Monitoramento (Ver: 11 - Disponibilização dos Produtos).
10 PRODUTOS
Como decorrência da implantação e operacionalização do sistema de informações para rede de
monitoramento do Aqüífero Guarani, poderão ser gerados os seguintes produtos:
· Caracterização Geométrica do Aqüífero
· Mapas Morfológicos
· Mapas Faciológico
· Mapas de Zoneamento de Porosidade
· Mapas de Coeficiente Hidráulico (K) e Transmissividade (T)
· Mapas das Zonas de Recarga
· Projetos de Poços
· Rede de Monitoramento
· Mapas Potenciométrico
· Mapas de Fluxo Subterrâneo
· Mapas de Artesianismo
· Mapas Hidroquímico
· Caracterização Bacteriológica do Aqüífero
· Mapas Isotérmicos
· Estudos de Balanço Hídrico
· Mapas de Áreas de Déficit e Excesso Hídrico
· Mapas de Uso Hídrico
· Mapas de Disponibilidade Hídrica
· Mapas de Disponibilidade Hídrica Global
· Mapas de Explotação
· Mapas de Consumo e Demandas
· Mapas de Vulnerabilidade
· Mapas de Risco de Contaminação
· Manejo do Recurso Hídrico Subterrâneo
· Modelos de Fluxo
· Zoneamento Econômico-Ecológico
Vale observar que esses produtos vão de encontro às informações requeridas e aos objetivos
técnicos do Projeto Guarani. Estes objetivos técnicos visam a ampliação e aprofundamento do
conhecimento sobre o Aqüífero Guarani no sentido mais amplo possível incluindo:
a. caracterização geológica e hidrogeológica;
b. quantificação do recurso hídrico subterrâneo renovável;
c. análises do comportamento hidráulico do Sistema Aqüífero Guarani;
d. avaliação da qualidade natural da água subterrânea e de suas fontes de
contaminação antrópica;
e. avaliação dos recursos termais;
f. outros parâmetros e requerimentos de informação: uso da água incluindo o tipo
e localização dos aproveitamentos das águas subterrâneas, rede piezométrica
existente, capacidade instalada atual para monitoramento do SAG, entre outros.
22
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
É com base no conhecimento integrado obtido dos produtos acima referidos que o gerenciamento
do Aqüífero Guarani, visando o estabelecimento de um controle do uso e proteção dos recursos
hídricos subterrâneos do mesmo, possa ser efetuado de maneira coerente e efetiva.
A lista de produtos é o resultado de uma avaliação técnica preliminar e deverá ser
complementada no futuro conforme as necessidades de informações que vão surgindo no
decorrer dos trabalhos.
11 DISPONIBILIZAÇÃO DOS PRODUTOS PROPOSTA PARA IMPLANTAÇÃO DE
UM SISTEMA DE INFORMAÇÕES INTEGRADO PARA O PROJETO
Monitoramento gera uma série de dados que devem ser devidamente catalogados e armazenados.
Estes dados requerem determinados sistemas que promovem e facilitam o acesso ao público em
geral, mas principalmente aos gerenciadores do aqüífero Guarani. Em se tratando de uma região
terrestre extensa, as observações estão bastante dispersas e geralmente estão coletadas de grande
número de fontes e locações, as quais, muitas vezes, requerem análises e tratamento substanciais
para gerar banco de dados internamente consistentes.
Para o gerenciamento efetivo de informações necessita-se de conexões explícitas entre uma
variedade de banco de dados e sistemas de informações. Parte fundamental de qualquer Sistema
de Dados e Informações é representada pelas seqüências de dados que incluem dados obtidos in
situ, por sensoriamento remoto, ou de modo crescente, em forma de modelos. Além disso, há
necessidade de dados de alta qualidade descrevendo seqüências que incluem atributos como
locação, tempo de coleção, quantidade e qualidade. Necessita-se ainda de ferramentas para
entrada, armazenamento, gerenciamento, retirada, visualização, análises e saída.
Não é preciso que haja um sistema tipo centralizador. Sistemas descentralizados podem muito
bem tomar conta da tarefa de obtenção e divulgação de informações. Crucial do ponto de vista de
gerenciamento de informações é de que a responsabilidade de cada centro-chave de informações
seja exercida por uma organização ou entidade executora da tarefa. Outro elemento essencial é
relacionado à divulgação de informações que deverá funcionar mediante acordos e
consentimentos políticos pré-estabelecidos que facilitem a acesso livre, porém controlado e
seletivo, dos produtos.
Tomando em conta todas as considerações acima expostas propõe-se, a seguir, a implantação de
um Sistema de Informações Integrado para o Projeto Aqüífero Guarani. A proposta é feita em
forma de um esquema com uma estrutura básica de funcionamento, enfatizando-se que diversas
expressões utilizadas (Unidades Regionais-UR e Comitê de Monitoramento-CM) são termos
provisórios e esquemáticos que poderão ser substituídos por outros, provavelmente mais
adequados, no devido tempo.
O sistema de Informações a ser implantado no Projeto de Proteção Ambiental e Gerenciamento
Sustentável do Aqüífero Guarani poderá ser descentralizado e formado por um Comitê de
Monitoramento-CM e quatro Unidades Regionais-UR, conforme ilustrado na Figura 2. O fluxo
de informações entre o comitê de monitoramento e as unidades regionais será realizado por
intermédio da Internet.
O Comitê de Monitoramento-CM necessariamente não ocupará instalações físicas, uma vez que
será unicamente formado por representantes dos quatro paises envolvidos e que deverão se reunir
23
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
periodicamente com intuito de estabelecer as diretrizes gerenciais do projeto. O CM poderá ser
constituído por três representantes de cada país. A este comitê serão atribuídas as seguintes
responsabilidades:
· Caracterização dos trabalhos a serem realizados pelas UR's (objetivos,
abrangência, escala etc.);
· Estabelecer um programa de treinamento para os técnicos das UR's;
· Estabelecimento de protocolos para alimentação, controle (verificação e
validação) e integridade dos dados obtidos, amostrados ou medidos e
· Estabelecimento de normas e diretrizes para utilização dos recursos hídricos do
Aqüífero Guarani.
As quatro Unidades Regionais-UR serão montadas e mantidas sobre a responsabilidade de cada
um dos paises envolvidos no programa de monitoramento e manejo sustentável do SAG. Serão
atribuições destas UR's as seguintes atividades:
· Alimentação da base de dados seguindo os protocolos pré-estabelecidos e
· Intercâmbio e disponibilização dos dados gráficos, tabulares e textuais para outras
UR's, o Comitê de Monitoramento e o público em geral através da Internet. Este
acesso aos dados será realizado em diferentes níveis, mediante um cadastramento
prévio dos usuários.
12 PLANEJAMENTO PARA IMPLANTAÇÃO E FUNCIONAMENTO DA REDE DE
MONITORAMENTO PARA O PROJETO
O planejamento assim como a estratégia para implantação e funcionamento da Rede de
Monitoramento para o Projeto envolve uma série de considerações entre as quais constam:
· as condições hidrogeológicas atuais do Aqüífero Guarani;
· a ampliação e aprofundamento do conhecimento acerca do Aqüífero Guarani, as
lacunas de conhecimento atual de modo geral e, em particular, as mesmas lacunas
discernidas nos quatro países envolvidos no Projeto;
· os pré-requisitos de uma rede de monitoramento e as necessidades particulares da
rede de monitoramento para o Aqüífero Guarani;
· os órgãos instituídos ou outras entidades nos quatro países com condições
potenciais de se tornarem Unidades Regionais-UR;
· previsão orçamentária para a implantação e funcionamento da rede de
monitoramento.
As considerações acima mencionadas serão abordadas em detalhe na seguinte parte.
12.1 Condições hidrogeológicas atuais do Aqüífero Guarani
O sistema aqüífero Guarani é constituído por rochas reservatório do Triássico e do Jurássico,
confinados pelo derrame basáltico Cretáceo e cobre uma área de cerca de 1.200.000 km² que se
estende desde a Bacia do Paraná até a Bacia do Chaco-Parana. O arcabouço hidrogeológico
regional foi razoavelmente bem configurado com a utilização de 322 poços, através da análise de
mapas de isópacas, estrutural do topo, das isópacas acima do aqüífero, potenciométrico e das
isotermas do topo (Araújo,L.M., França, A.B e Potter, P.E., 1999). A espessura total do aqüífero
varia de valores superiores a 800 metros até a ausência completa em áreas internas da bacia.
Distinguem-se no sistema aqüífero Guarani dois domínios: a Bacia do Paraná, a maior e melhor
24
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
conhecida e a Bacia Chaco-Paraná, menos conhecida. As direções dos fluxos subterrâneos estão
fortemente influenciadas pelos grandes eventos de geologia estrutural. Um padrão de
deslocamento hidráulico pressente-se de norte para o sudoeste e outro, situado na parte sul do
aqüífero,. de sul para o nordeste em direção à Província de Corrientes na Argentina. As
isotermas do aqüífero se distribuem segundo o gradiente de temperatura de 29°C/km e seguem
uma configuração de alta temperatura igual à da calha estrutural. Duas áreas da região
apresentam-se com temperatura acima de 50 °C: uma nas porções ocidentais dos Estado de São
Paulo e Paraná e outra na região da Província de Entre Rios na Argentina. Com relação às áreas
de recarga principais do aqüífero apresentam-se em território brasileiro, as zonas ao longo dos
afloramentos do aqüífero nos estados de São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa
Catarina. Como áreas de descarga principais devem ser consideradas as regiões planas e
pantanosas entre os rios Uruguai e Paraná; ao Sul e Leste da região de Porto Alegre e ao longo
dos rios Paraná, Pelotas e Tietê. Outra saída do aqüífero é de caráter antrópico e se deve à
exploração (extração) de poços distribuídos na região Centro-Oeste do Estado de São Paulo.
O Mapa Hidrogeológico do Aqüífero Guarani, recém lançado na escala 1:2.500.000 (Campos,
H.C.N.S., 2000), representa um documento de integração e conceitualização da informação
hidrogeológica existente até o momento e que deve ser considerado como um marco de
referência importante para o Projeto.
12.2 Ampliação e aprofundamento do conhecimento sobre o Aqüífero Guarani; as lacunas
de conhecimento
A ampliação e aprofundamento do conhecimento sobre o aqüífero Guarani estão especialmente
voltados para a caraterização deste aqüífero transfronteiriço: limites, litologia, recarga e
descarga, condições de fluxo, qualidade de água. Uma visão tridimensional do sistema de fluxo
subterrâneo e suas condições dinâmicas das áreas de recarga às de descarga deverão ser obtidas e
representam um pré-requisito básico no desenho da rede de monitoramento.
O estudo recente relativo à Prémodelo do Fluxo do Aqüífero Guarani (Vives, I. et al, 2000) tive
como um dos seu méritos, a indicação das lacunas de conhecimento sobre o aqüífero no
momento atual, uma vez que o êxito do modelo estava condicionado à qualidade, densidade e
confiabilidade dos dados disponíveis. Esteb trabalho apontou como lacunas os pontos de
observação espacialmente mal distribuídos, a pouca confiabilidade das medições, os dados de
extração dos poços em toda região, as propriedades hidráulicas, a recarga pela precipitação
(faltam estudos detalhados, dados de qualidade d'água e o desconhecimento do grau da
influência dos aqüíferos superiores Bauru e Serra Geral sobre o sistema aqüífero Guarani. Podem
ainda serem acrescentadas a escassez de medições de temperatura, de radioisótopos e de estudos
específicos sobre a interação de água superficial-água subterrânea e a extensão areal da
influência do sistema principalmente nas regiões limítrofes.
Em termos de dados quantitativos e qualitativos do aqüífero Guarani destaca-se o Brasil e,
principalmente, o estado de São Paulo com maior número de dados de poços armazenados e
catalogados. Mesmo assim há carência em estudos de detalhe sobre as condições de recarga
natural, detalhamento sobre as áreas de sobre-explotação, as interligações hidrodinâmicas com os
aqüíferos superiores, e a interligação das mesmas com os corpos d'água da região, etc.
No Uruguai, apesar da presença de centenas de poços na área englobada pelo Projeto Guarani,
dos quais 7 são poços profundos infrabasálticos, existem outros 7 a 8 poços profundos
remanescentes da prospecção petrolífera que ainda poderão ser condicionados para a rede de
25
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
monitoramento do Projeto. Ao incluí-los na rede poderão contribuir substancialmente ao
detalhamento dos fluxos subterrâneos naquela região. Outras lacunas no conhecimento referem-
se às condições de recarga natural e riscos de contaminação nas áreas de afloramento do
aqüífero, os volumes exatos da extração pelos poços, condições de temperatura, estudos de
radioisótopos, etc.
Na Argentina existem diversos poços nos basaltos, vários de caráter térmico e jorrante. Seis
poços são profundos e infrabasálticos, mas devido às grandes profundidades em que se encontra
o aqüífero Guarani e por conseqüência os altos custos de perfuração envolvidos, há ainda uma
carência de informações mais detalhadas acerca do aqüífero. A falta dos dados exatos sobre as
condições de ocorrência do aqüífero foi compensada por levantamentos de sondagens
geoelétricas verticais-SEV que contribuíram bastante ao conhecimento atual na região, inclusive
na definição da interface água doce salgada.. Uma lacuna notável no conhecimento atual diz
respeito ao limite Oeste do Aqüífero Guarani na Argentina, cuja definição é de fundamental
importância para a delimitação geométrica do mesmo, particularmente referente a passagem
lateral de água doce a salgada.
No Paraguai encontram-se diversos poços na região englobada pelo aqüífero Guarani, porém
poucos do tipo infrabasáltico devido aos altos custos de perfuração. As lacunas de conhecimento
são praticamente idênticas às da Argentina, no que se refere ao limite oeste do aqüífero, com a
agravante .de escassez de levantamentos geofísicos. Há bons indícios de estudos isotópicos das
águas subterrâneas recém realizados pelo SARO e que indicam a existência de fluxos
subterrâneos no sentido norte sul na região que confirmam o quadro geral dos fluxos no aqüífero
Guarani (comunicação verbal Ronald Pasig, outubro de 2000). De modo geral, há uma carência
de informações detalhadas sobre o aqüífero Guarani neste país.
12.2 Os pré-requisitos de uma rede de monitoramento; as necessidades particulares da
rede de monitoramento do Aqüífero Guarani
A implementação de um sistema de monitoramento consiste de uma série de requerimentos que
devem ser atendidos de forma gradativa. Estes requerimentos são:
· espaço físico para um escritório;
· implementação de uma rede básica de poços de monitoramento;
· formação e treinamento de uma equipe de medidores;
· equipamento e instrumentos de medições e coletores de amostras;
· transporte;
· infra-estrutura para arquivo de dados básicos de água subterrânea;
· programas de medições adequados baseados em critérios e procedimentos
uniformes;
· perfurações de novos poços em áreas carentes; em função da necessidade de
pontos de observação bem distribuídos,
· um ou mais laboratórios de análise (de água, de petrofísica, de petroquímica, etc.
dependendo da complexidade do objetivo), para serviços prestados;
Outros aspectos a serem tomados em consideração na implantação de uma rede monitoramento
referem-se às questões fundamentais de responsabilidades, recursos financeiros e humanos
Quem será responsável pela organização do sistema (desenho, implantação, operação e
avaliação)? De onde vem o recurso financeiro, qual o montante disponível e, conseqüentemente,
quais são os recursos humanos envolvidos? Deve haver a conscientização da autoridade
26
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
responsável de que monitoramento é um empreendimento constante que deve perdurar durante
muito tempo. O financiamento necessário poderia ser garantido, por exemplo, de parte dos
embolsos financeiros dos usuários de água, das multas provenientes de transgressores de leis de
água existentes ou de financiadores de recursos financeiros.
As necessidades particulares da rede de monitoramento do Aqüífero Guarani estão intimamente
relacionadas ao esquema do Sistema de Informações Integrado do Projeto a ser implantado e
apresentado como proposta no item 11. De acordo com este esquema, o Sistema consistirá de
Unidades Regionais-UR, um em cada um dos quatro países (UR-AR, UR-BRA, UR-PY e UR-
UY), e um Comitê de Monitoramento-CM, constituído por representantes dos quatro países com
função coordenadora das atuações. Tanto as UR's como o CM têm atributos específicos e,
interligados pela Internet, tem como objetivo geral a disponibilização dos produtos do Projeto ao
público em geral, mas aos gerenciadores do Projeto em particular. Em princípio, cada UR
representa um Sistema de Informação Geográfica-SIG moderna que contém um banco de dados
georeferenciados com apoios analíticos e gerenciadores de informações e possibilidade de gerar
produtos requeridos. Funciona de certa forma como parte central fundamental de uma rede de
monitoramento regional que somando às outras dos outros países, abrangeriam toda extensão do
Aqüífero Guarani. As atividades de medições e amostragens propriamente ditas poderão ser
também atributos da própria UR, embora não necessariamente, uma vez que as informações
básicas poderão ser obtidas por intermédio de outro órgão ou entidade da região com uma infra-
estrutura melhor para a tarefa específica. Vale salientar que tanto a alimentação da base de dados
como o intercâmbio e disponibilização dos dados essenciais para outras UR's, para o Comitê de
Monitoramento e o público em geral serão feitos seguindo protocolos pré-estabelecidos.
12.3 Órgãos instituídos ou outras entidades nos quatro países com condições potenciais de
se tornarem Unidades Regionais-UR
No Brasil existe um grande número de órgãos instituídos e diversos outras entidades envolvidas
em trabalhos hidrogeológicos abrangendo total ou parcialmente a região do Aqüífero Guarani.
Dentre deste grupo, vários possuem um banco de dados e alguns até organizados num sistema de
Informação Geográfica-SIG. O documento "Proposta de atividades para os diversos
componentes do projeto e estado atual do conhecimento" (UNPP/BRASIL,2000) demonstra
claramente a diversidade de instituições da esfera estadual, federal e científico aptas a serem
UR/BRA. Nestas condições, qualquer escolha, mesmo preliminar,. será prematura devendo a
função de UR ser assumida naturalmente e por consenso no ambiente da UNPP/BR, pelo órgão
ou entidade com a melhor infra-estrutura , capacitação técnica e suporte financeiro disponível.
Atualmente, de acordo com este perfil, dois candidatos naturais podem ser mencionados que são:
DAEE-SP (órgão estadual) e CPRM (órgão federal).
No Uruguai apresentam-se diversos órgãos instituídos com os perfis potenciais de se tornarem
UR; são eles: DNH, OSE e DINAMIGE. Somente com base nos componentes infra-estrutura e
capacitação técnica, a DINAMIGE parece ser o candidato natural a assumir a função de UR. A
decisão final de escolha é assunto exclusivo da UNPP/UY.
Na Argentina existem igualmente diversas órgãos instituídos aptos a se tornarem UR. Baseado
somente no perfil capacitação técnica e infra-estrutura apresentam-se dois candidatos naturais
que são: INA e SRH. A decisão final de escolha cabe exclusivamente a UNPP/AR.
No Paraguai, como nos outros países, encontram-se diversos órgãos instituídos que possam se
tornar UR. São eles: UNA, SENASA, e SARO. Pelo perfil de capacitação técnica e infra-
27
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
estrutura destacam-se SARO e SENASA, os dois já em pleno funcionamento relativos a
trabalhos de monitoramento de águas subterrâneas. A decisão final de escolha é assunto
exclusivo da UNPP/PY.
12.4 Proposta para um Plano Piloto da rede de monitoramento preliminar
Em função dos elementos acima abordados e levando em conta que a implantação de uma rede
de monitoramento e seu funcionamento deverão ocorrer em etapas e de forma gradual,
apresenta-se uma proposta para um Plano Piloto da rede de monitoramento preliminar que é uma
rede menos abrangente que a rede definitiva ou permanente.
Com um Plano Piloto que abrangerá um período correspondente a metade (2 anos) do tempo
integral do projeto, procura-se em primeira instância a implantação de banco de dados e sistema
de informações georeferenciados-SIG nos diversos países (em princípio são as UR's acima
citadas), além do órgão coordenador da rede (em princípio o CM acima citado). Em segunda
instância seleciona-se uma rede inicial constituída de um número reduzido de poços de
observação que sejam representativos, condicionando-os para começar os trabalhos rotineiros de
monitoramento (medições, amostragem, armazenamento dos dados, etc.). Paralelamente ou em
etapas consecutivos faz-se esforços para testar o funcionamento do Sistema de Informações
Integrado do Projeto na Internet, treinamento técnico de pessoal, detecção e correção de falhas
ou dificuldades de quaisquer espécies, etc.
Na realidade, o Plano Piloto representará o início e teste de funcionamento envolvendo uma rede
de monitoramento preliminar de tamanho menor que a rede permanente. Isto permitirá uma
aprendizagem efetiva nos diversos aspectos de monitoramento, além de uma adequação e
treinamento do pessoal dedicado à tarefa. Neste contexto é previsível que haja um
acompanhamento e orientação por parte de alguns consultores especialistas em rede de
monitoramento, em análise de sistemas e em sistema de informações geográficas.
Na segunda fase do Projeto, a rede de monitoramento preliminar poderá ser ampliada até a sua
verdadeira dimensão final que passará a ser a rede de monitoramento permanente.
Como parâmetros de medições ou amostragem para a rede de monitoramento preliminar, será
considerado e selecionado um grupo de parâmetros principais básicos dentro da escala regional
em que se desenvolvem os trabalhos em primeira instância. Estes parâmetros são:
1 quantitativos, i.e. níveis d'água (piezométricos), temperatura d'água e descargas de
poços, com freqüência mensal;
2 qualitativos descritivos, (i.e. pH,CE, etc.), íons principais (i.e. Ca, Mg, Na, K, NO3, NO2,
NH4, Cl, SO4, HCO3, etc.) e adicionais, (i.e. DOQ, boro, fluoride, cianide, benzeno
hidrocarbono), metais pesados (Pb, Zn,Cd, Ni, Hg, Cr, Tc), substâncias orgânicas incluindo
solventes clorados (i.e. triclorethene, tetraclorethene, etc.) e pesticidas (herbicidas,
inseticidas).
3 bacteriológicos;
4 radio-isótopos;
A freqüência de medição e amostragem varia de dois anos (radio-isótopos), bimensais
(bacteriológica) e mensal (medições quantitativas e amostragens qualitativas) para os parâmetros
básicos do programa;
Na seguinte parte apresenta-se a previsão orçamentária para o Plano Piloto da Rede de
Monitoramento Preliminar
28
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
12.5 Previsão de custos para o Plano Piloto da Rede de Monitoramento Preliminar
A previsão de custos para o Plano Piloto da Rede de Monitoramento Preliminar leva em
consideração os itens relativos à aquisição de equipamento e material necessários, diversos tipos
de serviços requeridos, pessoal envolvido e contratação de consultores nas áreas de rede de
monitoramento, (análise de sistema e sistema de informações), durante todo o período de 2 anos
do mesmo.
Para efeito de cálculos foram estipulados os seguintes critérios:
· No item pessoal, o número de técnicos e outras pessoas envolvidas são
proporcionais às tarefas a serem executadas que, à sua vez, depende da extensão
da área de monitoramento e quantidade de poços escolhidos no Plano Piloto.
Além disto foi incluído o pessoal (03 técnicos) que farão parte do Comitê de
Monitoramento-CM, conforme o esquema funcional proposta para o Sistema de
Informações Integrado do Projeto (ver: item 11);
· O número de poços envolvidos na rede de monitoramento preliminar conforme
cada país é o seguinte: Argentina 10, Brasil 50; Paraguai 10 e Uruguai 15.
· No item serviços de análise pesam o número de análises esperadas que é
estipulado por poço, por tipo de análise e por freqüência de observação: químicas
(24), bacteriológicas (12), isotópicas (02);
· Tempo: 02 anos (24 meses).
13 CUSTOS
Segue como anexos a este relatório, 20 planilhas de custos (5 para cada um dos pais envolvido
na Rede de Monitoramento Preliminar), abrangendo os seguintes itens
· Cronograma físico-financeiro de produtos e atividades
· Orçamento resumido do GEF
· Orçamento detalhado do GEF
· Orçamento resumido de contrapartida
· Orçamento detalhado de contrapartida
14 CONCLUSÕES
· O presente Relatório apresenta a relação de dados (indicadores e parâmetros) relevantes
necessários para uma rede monitoramento e que fará parte de um sistema de informação do
Projeto. Os produtos provenientes do sistema de informação trarão uma ampliação do
conhecimento acerca do Aqüífero Guarani e fornecerão elementos essenciais para o
gerenciamento sustentável e proteção do aqüífero que é o objetivo maior do Projeto. Foi
dentro deste esquema que os presentes trabalhos foram desenvolvidos.
· objetivo geral do Projeto assim como suas tarefas principais são de grande abrangência,
proporcional à extensão do Sistema Aqüífero Guarani que é de 1.194.800 km². Nestas
condições e havendo uma conexão estreita entre gerenciamento, avaliação e monitoramento
em termos de fluxo de informação, os dados relevantes necessários neste processo
29
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
caracterizam-se igualmente abrangentes e consistem de diversos tipos variáveis que
contemplam aspectos de geologia, hidrogeologia, hidrologia, de clima, físico-química e
bacteriologia das águas, radioisotopia, petrofísica, petroquímica, solos, vegetação, altimetria,
drenagem, uso de solos, cadastro de poços, sondagem geofísica, além de elementos políticos,
viários, de áreas de exclusão, de portarias, leis e decretos.
· Os diversos tipos de informações serão obrigatoriamente georeferenciados uma vez que vão
funcionar como dados de entrada do sistema de informação georeferenciado.-SIG. Suas
características, unidades, forma e periodicidade de obtenção foram detalhadamente
abordadas.
· A escala dos dados obtidos deverá estar compatível com a escala do processamento a fim de
obter a informação correta requerida. Adotou-se a escala regional para uma primeira
aproximação do conhecimento sobre a caracterização do sistema de fluxo de água
subterrânea, ameaças e problemas. Este conhecimento representa a informação básica
necessária para a definição das funções e usos potenciais do Sistema Aqüífero Guarani.
Outras escalas de maior amplitude poderão ser necessárias no decorrer dos trabalhos.
· Foi feita uma proposta de um Sistema de Informações Integrado para o Projeto. Este sistema
representa um sistema descentralizado e seu funcionamento se faz através de quatro
Unidades Regionais-UR (uma para cada país) e um Comitê de Monitoramento-CM
(constituído de representantes dos 4 países). O fluxo de informações entre o CM e as UR's
será realizado por intermédio da Internet. Tanto a alimentação, verificação e validação das
informações, assim como a disponibilização dos produtos serão feitas pelas UR's seguindo
protocolos pré-estabelecidos pelo CM.
· Em decorrência da implantação e operacionalização do Sistema de Informações Integrado do
Projeto poderão ser gerados uma série de produtos (caracterização geométrica do aqüífero,
mapas morfológicos, faciológicos, de zoneamento de porosidade, de coeficiente hidráulico e
transmissividade, potenciométrico, hidroquímico, de artesianismo, isotérmicos, etc.) que vão
de encontro às informações requeridas e aos objetivos técnicos do Projeto A lista de produtos
incorporada no Relatório não é exaustiva e deverá ser complementada no futuro.
· Tendo em vista que a implantação de uma rede de monitoramento e seu funcionamento
deverá ocorrer gradualmente, propõe-se um Plano Piloto de uma rede preliminar, assim
denominada por ser de tamanho menor que a rede definitiva ou permanente. O Plano Piloto
terá duração de metade (2 anos) do tempo integral do projeto e visará em primeira instância a
implantação do banco de dados e sistema de informação georeferenciado-SIG nos 4 países
(corresponde em princípio às UR's) e do órgão coordenador da rede (representado pelo CM).
Em etapas consecutivas será selecionada, condicionada e posto em funcionamento a rede de
monitoramento preliminar, treinado o pessoal envolvido e testado o funcionamento do
Sistema de Informações Integrado do Projeto na Internet. Serão detectado e corrigido as
falhas ou problemas que surgirem. Na segunda fase do Projeto a rede preliminar será
ampliada até sua verdadeira dimensão final e passará a ser a rede de monitoramento
permanente.
· Como parâmetros de medições ou amostragem para a rede de monitoramento preliminar será
considerado e selecionado um grupo de parâmetros principais básicos dentro da escala
regional em que se desenvolvem os trabalhos em primeira instância. A freqüência de
30
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
amostragem varia de dois anos para os radio-isótopos), bimensal (bacteriológica) e mensal
(medições quantitativas e amostragens qualitativas) para os parâmetros básicos do programa.
· A previsão orçamentária para a implantação da rede de monitoramento preliminar apresenta
os seguintes valores (em US$) totais e parciais para os respectivos países: Argentina (Total:
437.200,Contrapartida: 314.400, GEF: 122.800), Brasil (Total: 1.207.600, Contrapartida:
984.000, GEF: 223.600), Paraguai (Total: 437.200, Contrapartida: 314..400, GEF: 122.800)
e Uruguai (Total: 523.400, Contrapartida: 388.800, GEF: 134.600).
15 RECOMENDAÇÕES
· Recomenda-se neste trabalho a implantação de um sistema de informações que poderá ser
descentralizado e formado por um Comitê de Monitoramento-CM e quatro Unidades
Regionais-UR,. O fluxo de informações entre o comitê de monitoramento e as unidades
regionais será realizado por intermédio da Internet.
O CM poderá ser constituído por três representantes de cada país e necessariamente não ocupará
instalações físicas, uma vez que funciona mediante reuniões periódicas. A este comitê serão
atribuídas diversas responsabilidades que norteiam todos os aspectos de trabalho dos UR's,
programa de treinamento dos técnicos, estabelecimento de protocolos para alimentação, controle
(verificação e validação) e integridade dos dados obtidos, amostrados ou medidos e de normas e
diretrizes para utilização dos recursos hídricos do Aqüífero Guarani.
As quatro Unidades Regionais-UR serão montadas e mantidas sobre a responsabilidade de cada
um dos paises. Serão atribuições destas UR's as atividades como: alimentação da base de dados
seguindo os protocolos pré-estabelecidos; e intercâmbio e disponibilização dos dados gráficos,
tabulares e textuais para outras UR's, o Comitê de Monitoramento e o público em geral através
da Internet. Este acesso aos dados será realizado em diferentes níveis, mediante um
cadastramento prévio dos usuários.
·
Recomenda-se também que seja implantado um sistema de informações geográfica-SIG em
cada uma das UR's e que estes sistemas sejam formados basicamente pelos seguintes
componentes:
o Estação de trabalho compatível com o volume de dados a serem tratados e com
os modelamentos a serem executados,
o Programa específico para o desenvolvimento das atividades de
geoprocessamento (i.e. Arcview, SPANS, ERDAS etc),
o Programa destinado à entrada de dados gráficos vetoriais (i. e. AutoCAD 2000,
MAXICAD, etc),
o Programa gestor da base de dados tabulares (i. e. Access, Oracle etc) e
o Periféricos (Plotter, impressora, scanner, etc).
O programa de geoprocessamento a ser escolhido deverá ser capaz de interagir dados gráficos
(mapas, cartas, perfis etc) com dados tabulares (alfanuméricos), executando desta maneira
sofisticadas e complexas análises com informações regionalizadas. Este programa deverá ser
muito amigável e capaz de trabalhar em uma plataforma "desktop", constituindo-se desta
maneira numa ferramenta extremamente simples e de fácil aprendizado, por ser muito flexível e
intuitivo. Outra de características deste programa se prende ao fato do mesmo poder ser
expandido à medida que aumentem as necessidades do usuário, entretanto em sua configuração
31
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
inicial deverá existir um módulo de consulta a base de dados que seja capaz de realizar
mapeamentos e análise de dados raster e vetoriais, um módulo de implementação e manipulação
de modelos digitais do terreno, um módulo de processamento digital de imagens e um módulo
que possa ser utilizado como veículo de comunicação através da Internet.
· Recomenda-se a realização de um Plano Piloto de uma rede preliminar que é de tamanho
menor comparativamente à rede definitiva ou permanente. O Plano Piloto terá duração de
metade (2 anos) do tempo integral do projeto e visará em primeira instância a implantação do
banco de dados e sistema de informação georeferenciado-SIG nos 4 países (corresponde em
princípio às UR's) e do órgão coordenador da rede (representado pelo CM). Em etapas
consecutivas será selecionada, condicionada e posto em funcionamento a rede de
monitoramento preliminar, treinado o pessoal envolvido e testado o funcionamento do
Sistema de Informações Integrado do Projeto na Internet. Será detectado e corrigido as falhas
ou problemas que surgirem. Na segunda fase do Projeto a rede preliminar será ampliada até
sua verdadeira dimensão final e passará a ser a rede de monitoramento permanente
· Recomenda-se como parâmetros de medições ou amostragem para a rede de monitoramento
preliminar, a consideração e seleção de um grupo de parâmetros principais básicos dentro da
escala regional em que se desenvolvem os trabalhos em primeira instância. Estes parâmetros
são:
1) quantitativos, i.e. níveis d'água (piezométricos), temperatura d'água e descargas de
poços, com freqüência variada;
2) qualitativos descritivos, (i.e. pH,CE, etc.), íons principais (i.e. Ca, Mg, Na, K, NO3, NO2,
NH4, Cl, SO4, HCO3, etc.) e adicionais, (i.e. DOQ, boro, fluoride, cianide, benzeno
hidrocarbono), metais pesados Pb, Zn, Cd, Ni, Hg, Cr, etc), substâncias orgânicas
incluindo solventes clorinados (i.e. triclorethene tetracloethene, etc.) e pesticidas
(herbicidas, inseticidas).
3) bacteriológicos;
4) radio-isótopos
A freqüência de amostragem varia de dois anos (radio-isótopos), bimensal (bacteriológicos) e
mensal (medições quantitativas e amostragens qualitativas) para os parâmetros básicos do
programa;.
32
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
COMITE DE
MONITORAMENTO
Figura 2 - Proposta para um Sistema de Informações Integrado do Aqüífero Guarani
16 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Araújo, L.M, França, B. & Potter P.E. Hydrogeology of the Mercosul aquifer system in the
Paraná and Chaco-Paraná Basins, South America, and comparison with the Navajo-
Nugget aquifer system, USA - Hyseogeology Journal (1999) 7:317-336.
Bollinger, J. S. & Hiergesell, R.A. Use of Geographic Information System to Assess
Groundwater Monitoring Well Integrity in a Large Well Network at the Savannah River
Site, USGS Website, Oct., 2000.
Busso, S & Angel, A. Geologic and Hydrogeologic Aspects of the Thermal Aquifer System in
Argentinean Eastern Chacoparanense Basin 1st Joint World Congress on Groundwater,
Fortaleza, Brasil, 2000.
Campos, H.C.N.S. Mapa Hidrogeológico del Acuífero Guarani 1st Joint World Congress on
Groundwater, Fortaleza, Brasil, 2000.
33
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Campos, H. C. N. S., 2000, Mapa Hidrogeológico do Aqüífero Guarani, escala 1:2.500.000.
Acta Geologica Leopoldensia Série Mapas. São Leopoldo, Ed. UNISINOS, XXIII (4):3-
50, 2000
Crawford, C. Ground-water monitoring network (Land use studies) USGS Website, Oct, 2000.
Decoud, P. & Rocha, L. Aportes a la Hidráulica Subterránea del Acuífero Guarani en el NW del
Uruguay 1st Joint World Congress on Groundwater, Fortaleza, Brasil, 2000.
GEF, World Bank, OAS, Argentina, Brasil, Paraguay & Uruguay Global Environment Facility,
Proposal for Project Development Funds (PDF), Block B Grant, March, 2000.
GEF, World Bank, OEA, Argentina, Brasil, Paraguay & Uruguay Proyecto para la Protección
Ambiental y el Manejo Sosteníble Integrado del Acuífero Guaraní, Bases para la
Preparación del Proyecto. Julio, 2000
Hirata, R.C.A Os Recursos Hídricos Subterrâneos e as Novas Exigências Ambientais - Ver. IG,
São Paulo, 14(1), 39-62, 1993
IG, CETESB & DAEE Mapeamento da Vulnerabilidade e Risco de Poluição das Águas
Subterrâneas no Estado de São Paulo, vol.I e II, - Instituto Geológico-IG, Companhia de
Tecnologia de Saneamento Ambiental-CETESB, Departamento de águas e Energia
Elétrica-DAEE, São Paulo, 1977
IG, CETESB e CPA Definição das Bases Conceituais e Diretrizes para a Organização de um
Banco de Dados para Subsidiar a Gestão Ambiental do Aqüífero Guarani - Relatório de
Consultoria Instituto Geológico de São Paulo, CETESB e Coordenadoria de
Planejamento Ambiental, 1999.
Lapham,W.W. & Koterba Ground-water data collection protocols and procedures for the
National Water-Quality Assessment Program: Selection, installation, and documentation of
wells, and collection of related data U.S. Geological Survey Open-File Report 95-398,
69 p, 1995.
Linhart, S.M. Iowa Ground-Water Quality Monitoring Program (IA 83-047) USGS Website,
Oct. 2000.
Montaña, J., Tujchneider, O., Auge, M., Fili, M., Paris, M., D'Elía, M., Pérez, M., Nagy, M.I.,
Collarzo, P., Decoud, P. Acuíferos Regionales en América Latina, Sistema Acuífero
Guarani, Capítulo Argentina-Uruguayo, Centro de Publicaciónes, Secretaria de Extensión,
UNL, 1998.
Ongley, E.D. Water Quality Monitoring and Management- "Modernization Issues for
Developing Countries"- GEMS/WATER PROGRAMME, UNEP & WHO Collaborating
Centres for GEMS/WATER, National Water Research Institute, Canada Centre for Inland
Waters, 1997.
Pérez A. et al. Comportamento del Acuífero Guarani en la Ciudad de Artigas, Uruguay 1st
Joint World Congress on Groundwater, Fortaleza, Brasil, 2000.
Prandi. E.C. et al Aspectos do Aqüífero Guarani na Região de Marília SP 1st Joint World
Congress on Groundwater, 31/07 04/08/2000, Fortaleza, Brasil.
Ressler, A.M. Ground-water Conditions in Georgia, 1977 U.S. Geological Survey Open File
Report 98-172, 104 p.
Uil, H., Geer, F.C. van, Gehrels, J.C., Kloosterman, F.H. State of the art on monitoring and
assessment of groundwaters, UN/ECE Task Force on Monitoring and Assessment,
Lelystad, Netherlands, September, 1999.
UNESCO, DNPM & CPRM Mapa Hidrogeológico da América do Sul, Texto Explicativo-
UNESCO-PHI, Departamento Nacional da Produção Mineral-DNPM, Companhia de
Pesquisa de Recursos Minerais-CPRM, 1996.
UNPP/BR Oficina Preparatório do Projeto Gua rani Relatório de Consultoria São Paulo,
SP, Setembro de 2000
34
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
UNPP/BRASIL, Ministério do Meio Ambiente & Secretaria de Recursos Hídricos Projeto de
proteção ambiental e gerenciamento sustentável integrado do Aqüífero Guarani, Proposta
de atividades para os diversos componentes do projeto e estado atual do conhecimento,
versão preliminar, Brasília, julho,2000.
Vives, L Premodelo de Flujo del Acuífero Guarani et. al., 1st Joint World Congress on
Groundwater, Fortaleza, Brasil, 2000.
Zunino, E. & Ainchi, J. Evaluación Geofísica del Acuífero Guarani en la Argentina 1st Joint
World Congress on Groundwater, Fortaleza, Brasil, 2000.
35
17 ATORES
BANCO MUNDIAL
GEF Fundo Mundial para o Meio Ambiente (Global Environment Facility)
OEA Organização dos Estado Americanos
BRASIL
Nome Endereço
Cargo
Instituição
Fone
E-Mail
Alfonso Risso
Av. Bento Gonçalves, 9500, Porto Alegre-RS
Professor
IPH
(55-51)316-6679 Risso@if.ufrgs.br
Luiz Fernando Cybis
Av. Bento Gonçalves, 9500, Porto Alegre-RS
Professor
IPH
Marcos Imério Leão
Av. Bento Gonçalves, 9500, Porto Alegre-RS
Professor
IPH
(55-51)316-6655 Imerio@if.ufrgs.br
Nelson Luna Caicedo
Av. Bento Gonçalves, 9500, Porto Alegre-RS
Professor
IPH
(55-51)316-6416
CETESB Centro Técnológico de Saneamento Básico, (55-11)3030-6028, dorothyc@cetesb.sp.gov.br
CPA- Coordenadoria de Planejamento Ambiental, (55-11)814-9011, comiteat@recursoshidricos.sp.gov.br
DAEE Departamento de Água e Energia Elétrica, (55-11)814-1766, drh@daee.sp.gov.br
IG Instituto de Geologia, (55-11)5585-9994, mpressinotti@igeologico.sp.gov.br
IPH Instituto de Pesquisa Hidráulica, Av. Bento Gonçalves, 9500, Porto Alegre-RS, (55-51)316-6655, imerio@if.ufrgs.br
CPRM Serviço Geológico do Brasil (Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais), (55-11)3337-3354, takahashi@cprm.gov.br
URUGUAI
Nome Endereço
Cargo
Instituição
Fone
E-Mail
Carlos A.Arcelus
Rincon,575,Piso 2, Montevidéu
Ing
DNH
(598-2)916.4663 dnh@uyweb.com.uy
Enrique Massa Segui
Hervidero,2861, (11800), Montevidéu
Ing
DINAMIGE
(598-2)322.7780 massa@adinet.comuy
Jorge Montaño Xavier
Michigan,1380, Montevidéu
Diretor
Geoambiente
(598-2)619.0958 montano@movinet.com.uy
Lourdes Rocha
Carlos Roxlo,1275, 4o piso, Montevidéu
Jefe
OSE
(598-2)400.1151 lrocha@adinet.com.uy
Luis Lourero
Rincón,575,Piso 2, Montevidéu
Diretor
DNH
(598-2)9164783
dnh@uyweb.com.uy
Roberto Carrión
E.Martinez Monegal, 457/102, Canelones
Geólogo
DINAMIGE
(598-33)24336
rcarrion@adinet.com.uy
Walter Heinzen
Cno.Maldonado, 5267, Monmtevidéu
Geólogo
DINAMIGE
(598-2)5141521
wheinzen@adinet.com.uy
DINAMIGE Dirección Nacional de Mineria e Geologia, Hervidero,2861, (11800), Montevidéu, (598-2)322.7780, dinamige@adinet.com.uy
DNH Dirección Nacional de Hídrografia, Rincón,575,Piso 2, Montevidéu, (598-2)9164783, dnh@uyweb.com.uy
OSE Obras Sanitária del Estado, Carlos Roxlo,1275, 4o piso, Montevidéu, (598-2)400.1151, ose@adinet.com.uy
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
ARGENTINA
Nome Endereço
Cargo
Instituição
Fone
E-Mail
Angel Silva Adrián
Geólogo
INA
(54-11)4480-0295
pntsas@ina.gov.ar
Carlos Martinez
Bioquímico
SOPA
cmartinez@medioambiente.gov.ar
Jorge Santa Cruz
Tramo Jorge Newbery Km 1620, 1804,Ezeiza, B. Aires
Geólogo
INA
(54-11)4480-0295
pntsas@ina.gov.a
Maria Josefa Fioriti
San Martin,459, 3o,339 1004, Buenos Aires
Coordenadora SRH
(54-11)4348-840
mfiori@semah.gov.ar
Marta del Carmen Paris Mitre,3825, (3000), Santa Fé
Doc.-Inv
UNL
(54-342)4575-2447 mparis@fich.unl.edu.ar
Miguel Auge
Diagonal, 112,No 70 (1900), La Plata
Professor
UBA
(54-221)424-2728
auge@way.com.ar
Miguel A.Giraut
Lic
SRH
tuarig@yahoo.com
Miguel Gomez
Ing
SOPA
mgomez@medioambiente.gov.ar
Ofelia C.Tujchneider
Ciudad Universitária Pje. "El Paso", (3000), Santa Fé
Professora
UNL
(54-342)4575-244
pichy@fich.unl.edu.ar
SRH Subsecretaria de Recursos Hídricos, San Martin 459 3o Piso, 1004 Buenos Aires,(54-11)4358-8594, ssrh@semah.gov.ar
INA Instituto Nacional del Água y del Ambiente, Autopista Ezeiza Acceso Jorge Newbery km 1620,Buenos Aires,(54-11)4480-0295,pntsas@ina.gov.ar
PARAGUAI
Nome Endereço
Cargo
Instituição
Fone
E-Mail
José Luiz Paredes R.
Geólogo
DRH/Chaco (59591)2275
gchaco@quanta.com.py
Juan Carlos Velasques Univ.Nac. Asunción. Campus, San Lorenzo
Professor
UNA
(59521)585602 sismolog@facen.una.py
Felix Carvallo Vargas
Cecilio Baez,1250,c/Corrales,Fdo.de la Mora
Geólogo
SENASA
(59521)582507 hidrogeologoconsultor@highway.com.py
Juan H. Palmieri
Consultor
Rainer Hoffmann
Calle Ciencias Veterinarias,215 San Lorenzo
Jefe
SARO
(59521)573060 doa@quanta.compy
Ronald Pasig
Calle Ciencias Veterinarias,215 San Lorenzo
Geólogo
SARO
(59521)573060 doa@quanta.com.py
Wolfgang Kruck
Calle Ciencias Veterinarias,215 San Lorenzo
Geólogo
SARO
(59521)573060 doa@quanta.com.py
Wolfgang König
Calle Ciencias Veterinarias,215 San Lorenzo
Analista Sistemas SARO
(59521)573060 doa@quanta.com.py
SARO Sistema Ambiental de la Región Oriental, Calle Ciencias Veterinarias,215 San Lorenzo,San Lorenzo, (59521)573060, doa@quanta.com.py
SENASA Servicio Nacional de Saneamento Básico, Cecilio Baez,1250,c/Corrales,Fdo.de la Mora, (59521)582507, hidrogeologoconsultor@highway.com.py
37
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Projeto Sistema Aqüífero Guarani
Argentina Brasil Paraguai Uruguai
GEF Banco Mundial OEA
Anexo 1 - Cronograma Físico-Financeiro de Produtos e Atividades Brasil
Em US$ 1
PRODUTOS / ATIVIDADES
ANO 1
ANO 2
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
Banco de Dados e Sistema de Informação
Escritório
800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800
Coordenação
5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000
Apoio
Técnico
10200 10200 10200 10200 10200 10200 10200 10200 10200 10200 10200 10200 10200 10200 10200 10200 10200 10200 10200 10200 10200 10200 10200 10200
Equipamentos
de
computação
material
de
consumo 17400 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Equipamentos
de
computação
material
permanente 22600 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
analista
de
sistemas
0 7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
sistema
de
informações
0 7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Rede
de
Monitoramento
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Equipamento
de
monitoramento
material
de
consumo 9600 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Serviços de análises químicas
3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000
Serviços
de
análises
bacteriológicas
1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500
Serviços
de
análises
isotópicas
417 417 417 417 417 417 417 417 417 417 417 417 417 417 417 417 417 417 417 417 417 417 417 417
Deslocamento
no
campo
10000 10000 10000 10000 10000 10000 10000 10000 10000 10000 10000 10000 10000 10000 10000 10000 10000 10000 10000 10000 10000 10000 10000 10000
Diárias
15000 15000 15000 15000 15000 15000 15000 15000 15000 15000 15000 15000 15000 15000 15000 15000 15000 15000 15000 15000 15000 15000 15000 15000
Consultor
de
rede
de
monitoramento
0 0
7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
SIG
na
Internet
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
analista
de
sistemas
0 0
7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
sistema
de
informações
0 0
7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Treinamento
Técnico
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
analista
de
sistemas
0 0 0
7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
sistema
de
informações
0 0 0
7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
de
rede
de
monitoramento
0 0 0 0
7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
95517 59917 66917 59917 52917 45917 45917 45917 45917 45917 45917 45917 45917 45917 45917 45917 45917 45917 45917 45917 45917 45917 45917 45917
Subtotal Ano 1
656604
Subtotal Ano 2
551004
Total Geral
1207608
Total Geral: 1.207.600
Participação contrapartida: 984.00
Financiamento GEF: 223.600
38
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Projeto Sistema Aqüífero Guarani
Argentina Brasil Paraguai Uruguai
GEF Banco Mundial OEA
Anexo 2 Orçamento Resumido GEF Brasil
Em US$ 1
DESCRIMINAÇÃO ANO
1
ANO2
TOTAL
Banco de Dados e Sistema de Informação
Equipamentos de computação material de consumo
17400 0 17400
Equipamentos de computação material permanente
22600 0 22600
Consultor analista de sistemas
7000 0 7000
Consultor sistema de informações
7000 0 7000
Total do Componente
54000
0
54000
Rede de Monitoramento
Equipamento de monitoramento material de consumo
9600 0 9600
Serviços de análises químicas
36000 36000 72000
Serviços de análises bacteriológicas
18000 18000 36000
Serviços de análises isotópicas
5000 5000 10000
Consultor de rede de monitoramento
7000 0 7000
Total do Componente
75600
59000
134600
SIG na Internet
Consultor analista de sistemas
7000 0 7000
Consultor sistema de informações
7000 0 7000
Total do Componente
14000
0
14000
Treinamento Técnico
Consultor analista de sistemas
7000 0 7000
Consultor sistema de informações
7000 0 7000
Consultor de rede de monitoramento
7000 0 7000
Total do Componente
21000
0
21000
Total Geral
164600 59000 223600
39
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Projeto Sistema Aqüífero Guarani
Argentina Brasil Paraguai Uruguai
GEF Banco Mundial OEA
Anexo 3 Orçamento Detalhado GEF Brasil
Em US$ 1
DESCRIMINAÇÃO ANO
1
ANO2
TOTAL
Banco de Dados e Sistema de Informação
Equipamentos de computação material de consumo (Arcview ,2700, ERDAS, 4800 e ORACLE, 9900)
17400
0
17400
Equipamentos de computação material permanente (5 computador P-III, 12500, plotter/scanner/impressora, 10100)
22600
0
22600
Consultor analista de sistemas (1 mês,7000)
7000 0 7000
Consultor sistema de informações (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Total do Componente
54000
0
54000
Rede de Monitoramento
Equipamento de monitoramento material de consumo (12 medidores de nível, 2400, 12 amostradores, 2400 e 12 GPS, 4800)
9600
0
9600
Serviços de análises químicas (1200 análises, 72000)
36000 36000 72000
Serviços de análises bacteriológicas (600 análises, 36000)
18000 18000 36000
Serviços de análises isotópicas (200 análises, 10000)
5000 5000 10000
Consultor de rede de monitoramento (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Total do Componente
75600
59000
134600
SIG na Internet
Consultor analista de sistemas (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Consultor sistema de informações (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Total do Componente
14000
0
14000
Treinamento Técnico
Consultor analista de sistemas (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Consultor sistema de informações (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Consultor de rede de monitoramento (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Total do Componente
21000
0
21000
Total Geral
164600 59000 223600
40
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Projeto Sistema Aqüífero Guarani
Argentina Brasil Paraguai Uruguai
GEF Banco Mundial OEA
Anexo 4 Orçamento Resumido de Contrapartida Brasil
Em US$ 1
DESCRIMINAÇÃO ANO
1
ANO2
TOTAL
Coordenação de Monitoramento
Coordenação
54000 54000 108000
Passagens e apoio a reuniões
6000 6000 12000
Total do Componente
60000
60000
120000
Apoio Técnico
Escritório
9600 9600 19200
Técnicos de computação
31200 31200 62400
Técnicos de monitoramento
72000 72000 144000
Apoio ao banco de dados
14400 14400 28800
Apoio a escritório
4800 4800 9600
Total do Componente
132000
132000
264000
Trabalho de Monitoramento
Deslocamento no campo
120000 120000 240000
Diárias
180000 180000 360000
Total do Componente
300000
300000
600000
Total Geral
492000 492000 984000
41
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Projeto Sistema Aqüífero Guarani
Argentina Brasil Paraguai Uruguai
GEF Banco Mundial OEA
Anexo 5 Orçamento Detalhado de Contrapartida Brasil
Em US$ 1
DESCRIMINAÇÃO ANO
1
ANO2
TOTAL
Coordenação de Monitoramento
Coordenação (3 Técnicos de nível superior sênior, 24 meses, 108000)
54000 54000 108000
Passagens aéreas e apoio a reuniões (24 reuniões em dois anos, 12000)
6000 6000 12000
Total do Componente
60000
60000
120000
Apoio Técnico
Escritório (aluguel 24 meses, 19200)
9600 9600 19200
Técnicos de computação (2 técnicos de nível superior sênior 24 meses, 62400)
31200
31200
62400
Técnicos de monitoramento (10 técnicos de nível superior Junior 24 meses, 144000)
72000
72000
144000
Apoio ao banco de dados (3 digitadores 24 meses, 28800)
14400 14400 28800
Apoio a escritório (1 secretária 24 meses, 9600)
4800 4800 9600
Total do Componente
132000
132000
264000
Trabalho de Monitoramento
Deslocamento no campo (aluguel de 10 carros, 240 dias, 240000)
120000 120000 240000
Diárias (2400 diárias, 360000)
180000 180000 360000
Total do Componente
300000
300000
600000
Total Geral
492000 492000 984000
42
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Projeto Sistema Aqüífero Guarani
Argentina Brasil Paraguai Uruguai
GEF Banco Mundial OEA
Anexo 6 - Cronograma Físico-Financeiro de Produtos e Atividades Argentina
Em US$ 1
PRODUTOS / ATIVIDADES
ANO 1
ANO 2
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
Banco de Dados e Sistema de Informação
Escritório
800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800
Coordenação
5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000
Apoio
Técnico
4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800
Equipamentos
de
computação
material
de
consumo 17400 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Equipamentos
de
computação
material
permanente 22600 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
analista
de
sistemas
0 7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
sistema
de
informações
0 7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Rede
de
Monitoramento
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Equipamento
de
monitoramento
material
de
consumo 3200 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Serviços de análises químicas
600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600
Serviços
de
análises
bacteriológicas
300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300
Serviços
de
análises
isotópicas
83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83
Deslocamento
no
campo
1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000
Diárias
1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500
Consultor
de
rede
de
monitoramento
0 0
7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
SIG
na
Internet
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
analista
de
sistemas
0 0
7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
sistema
de
informações
0 0
7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Treinamento
Técnico
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
analista
de
sistemas
0 0 0
7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
sistema
de
informações
0 0 0
7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
de
rede
de
monitoramento
0 0 0 0
7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
57283 28083 35083 28083 21083 14083 14083 14083 14083 14083 14083 14083 14083 14083 14083 14093 14083 14083 14083 14083 14083 14083 14083 14083
Subtotal Ano 1
268196
Subtotal Ano 2
168996
Total Geral
437192
Total Geral: 437.200
Participação contrapartida: 314.400
Financiamento GEF: 122.800
43
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Projeto Sistema Aqüífero Guarani
Argentina Brasil Paraguai Uruguai
GEF Banco Mundial OEA
Anexo 7 Orçamento Resumido GEF Argentina
Em US$ 1
DESCRIMINAÇÃO ANO
1
ANO2
TOTAL
Banco de Dados e Sistema de Informação
Equipamentos de computação material de consumo
17400 0 17400
Equipamentos de computação material permanente
22600 0 22600
Consultor analista de sistemas
7000 0 7000
Consultor sistema de informações
7000 0 7000
Total do Componente
54000
0
54000
Rede de Monitoramento
Equipamento de monitoramento material de consumo
3200 0 3200
Serviços de análises químicas
7200 7200 14400
Serviços de análises bacteriológicas
3600 3600 7200
Serviços de análises isotópicas
1000 1000 2000
Consultor de rede de monitoramento
7000 0 7000
Total do Componente
22000
11800
33800
SIG na Internet
Consultor analista de sistemas
7000 0 7000
Consultor sistema de informações
7000 0 7000
Total do Componente
14000
0
14000
Treinamento Técnico
Consultor analista de sistemas
7000 0 7000
Consultor sistema de informações
7000 0 7000
Consultor de rede de monitoramento
7000 0 7000
Total do Componente
21000
0
21000
Total Geral
111000 11800 122800
44
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Projeto Sistema Aqüífero Guarani
Argentina Brasil Paraguai Uruguai
GEF Banco Mundial OEA
Anexo 8 Orçamento Detalhado GEF Argentina
Em US$ 1
DESCRIMINAÇÃO ANO
1
ANO2
TOTAL
Banco de Dados e Sistema de Informação
Equipamentos de computação material de consumo (Arcview 2700, ERDAS, 4800 e ORACLE, 9900)
17400
0
17400
Equipamentos de computação material permanente (5 computador P-III, 12500, plotter/scanner/impressora, 10100)
22600
0
22600
Consultor analista de sistemas (1 mês,7000)
7000 0 7000
Consultor sistema de informações (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Total do Componente
54000
0
54000
Rede de Monitoramento
Equipamento de monitoramento material de consumo (04 medidores de nível, 800, 04 amostradores, 800 e 01 GPS, 1600)
3200
0
3200
Serviços de análises químicas (240 análises, 14400)
7200 7200 14400
Serviços de análises bacteriológicas (120 análises, 7200)
3600 3600 7200
Serviços de análises isotópicas (10 análises, 2000)
1000 1000 2000
Consultor de rede de monitoramento (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Total do Componente
22000
11800
33800
SIG na Internet
Consultor analista de sistemas (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Consultor sistema de informações (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Total do Componente
14000
0
14000
Treinamento Técnico
Consultor analista de sistemas (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Consultor sistema de informações (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Consultor de rede de monitoramento (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Total do Componente
21000
0
21000
Total Geral
111000 11800 122800
45
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Projeto Sistema Aqüífero Guarani
Argentina Brasil Paraguai Uruguai
GEF Banco Mundial OEA
Anexo 9 Orçamento Resumido de Contrapartida Argentina
Em US$ 1
DESCRIMINAÇÃO ANO
1
ANO2
TOTAL
Coordenação de Monitoramento
Coordenação
54000 54000 108000
Passagens e apoio a reuniões
6000 6000 12000
Total do Componente
60000
60000
120000
Apoio Técnico
Escritório
9600 9600 19200
Técnicos de computação
31200 31200 62400
Técnicos de monitoramento
7200 7200 14400
Apoio ao banco de dados
14400 14400 28800
Apoio a escritório
4800 4800 9600
Total do Componente
67200
67200
134400
Trabalho de Monitoramento
Deslocamento no campo
12000 12000 24000
Diárias
18000 18000 36000
Total do Componente
30000
30000
60000
Total Geral
157200 157200 314400
46
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Projeto Sistema Aqüífero Guarani
Argentina Brasil Paraguai Uruguai
GEF Banco Mundial OEA
Anexo 10 Orçamento Detalhado de Contrapartida Argentina
Em US$ 1
DESCRIMINAÇÃO ANO
1
ANO2
TOTAL
Coordenação de Monitoramento
Coordenação (3 Técnicos de nível superior sênior 24 meses, 108000)
54000 54000 108000
Passagens aéreas e apoio a reuniões (24 reuniões em dois anos, 12000)
6000 6000 12000
Total do Componente
60000
60000
120000
Apoio Técnico
Escritório (aluguel 24 meses, 19200)
9600 9600 19200
Técnicos de computação (2 técnicos de nível superior sênior 24 meses, 62400)
31200
31200
62400
Técnicos de monitoramento (1 técnico de nível superior Junior 24 meses, 14400)
7200
7200
14400
Apoio ao banco de dados (3 digitadores 24 meses, 28800)
14400 14400 28800
Apoio a escritório (1 secretária 24 meses, 9600)
4800 4800 9600
Total do Componente
67200
67200
134400
Trabalho de Monitoramento
Deslocamento no campo (aluguel de 1 carro, 240 dias, 24000)
12000 12000 24000
Diárias (240 diárias 36000)
18000 18000 36000
Total do Componente
30000
30000
60000
Total Geral
157200 157200 314400
47
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Projeto Sistema Aqüífero Guarani
Argentina Brasil Paraguai Uruguai
GEF Banco Mundial OEA
Anexo 11 - Cronograma Físico-Financeiro de Produtos e Atividades Paraguai
Em US$ 1
PRODUTOS / ATIVIDADES
ANO 1
ANO 2
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
Banco de Dados e Sistema de Informação
Escritório
800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800
Coordenação
5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000
Apoio
Técnico
4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800 4800
Equipamentos
de
computação
material
de
consumo 17400 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Equipamentos
de
computação
material
permanente 22600 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
analista
de
sistemas
0 7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
sistema
de
informações
0 7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Rede
de
Monitoramento
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Equipamento
de
monitoramento
material
de
consumo 3200 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Serviços de análises químicas
600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600
Serviços
de
análises
bacteriológicas
300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300 300
Serviços
de
análises
isotópicas
83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83 83
Deslocamento
no
campo
1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000
Diárias
1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500
Consultor
de
rede
de
monitoramento
0 0
7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
SIG
na
Internet
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
analista
de
sistemas
0 0
7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
sistema
de
informações
0 0
7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Treinamento
Técnico
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
analista
de
sistemas
0 0 0
7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
sistema
de
informações
0 0 0
7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
de
rede
de
monitoramento
0 0 0 0
7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
57283 28083 35083 28083 21083 14083 14083 14083 14083 14083 14083 14083 14083 14083 14083 14093 14083 14083 14083 14083 14083 14083 14083 14083
Subtotal Ano 1
268196
Subtotal Ano 2
168996
Total Geral
437192
Total Geral: 437.200
Participação contrapartida: 314.400
Financiamento GEF: 122.800
48
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Projeto Sistema Aqüífero Guarani
Argentina Brasil Paraguai Uruguai
GEF Banco Mundial OEA
Anexo 12 Orçamento Resumido GEF Paraguai
Em US$ 1
DESCRIMINAÇÃO ANO
1
ANO2
TOTAL
Banco de Dados e Sistema de Informação
Equipamentos de computação material de consumo
17400 0 17400
Equipamentos de computação material permanente
22600 0 22600
Consultor analista de sistemas
7000 0 7000
Consultor sistema de informações
7000 0 7000
Total do Componente
54000
0
54000
Rede de Monitoramento
Equipamento de monitoramento material de consumo
3200 0 3200
Serviços de análises químicas
7200 7200 14400
Serviços de análises bacteriológicas
3600 3600 7200
Serviços de análises isotópicas
1000 1000 2000
Consultor de rede de monitoramento
7000 0 7000
Total do Componente
22000
11800
33800
SIG na Internet
Consultor analista de sistemas
7000 0 7000
Consultor sistema de informações
7000 0 7000
Total do Componente
14000
0
14000
Treinamento Técnico
Consultor analista de sistemas (1 mês 7000)
7000 0 7000
Consultor sistema de informações (1 mês 7000)
7000 0 7000
Consultor de rede de monitoramento (1 mês 7000)
7000 0 7000
Total do Componente
21000
0
21000
Total Geral
111000 11800 122800
49
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Projeto Sistema Aqüífero Guarani
Argentina Brasil Paraguai Uruguai
GEF Banco Mundial OEA
Anexo 13 Orçamento Detalhado GEF Paraguai
Em US$ 1
DESCRIMINAÇÃO ANO
1
ANO2
TOTAL
Banco de Dados e Sistema de Informação
Equipamentos de computação material de consumo (Arcview, 2700, ERDAS, 4800 e ORACLE, 9900)
17400
0
17400
Equipamentos de computação material permanente (5 computador P-III, 12500, plotter/scanner/impressora, 10100)
22600
0
22600
Consultor analista de sistemas (1 mês,7000)
7000 0 7000
Consultor sistema de informações (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Total do Componente
54000
0
54000
Rede de Monitoramento
Equipamento de monitoramento material de consumo (04 medidores de nível, 800, 04 amostradores, 800 e 01 GPS, 1600)
3200
0
3200
Serviços de análises químicas (240 análises, 14400)
7200 7200 14400
Serviços de análises bacteriológicas (120 análises, 7200)
3600 3600 7200
Serviços de análises isotópicas (10 análises, 2000)
1000 1000 2000
Consultor de rede de monitoramento (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Total do Componente
22000
11800
33800
SIG na Internet
Consultor analista de sistemas (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Consultor sistema de informações (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Total do Componente
14000
0
14000
Treinamento Técnico
Consultor analista de sistemas (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Consultor sistema de informações (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Consultor de rede de monitoramento (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Total do Componente
21000
0
21000
Total Geral
111000 11800 122800
50
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Projeto Sistema Aqüífero Guarani
Argentina Brasil Paraguai Uruguai
GEF Banco Mundial OEA
Anexo 14 Orçamento Resumido de Contrapartida Paraguai
Em US$ 1
DESCRIMINAÇÃO ANO
1
ANO2
TOTAL
Coordenação de Monitoramento
Coordenação
54000 54000 108000
Passagens e apoio a reuniões
6000 6000 12000
Total do Componente
60000
60000
120000
Apoio Técnico
Escritório
9600 9600 19200
Técnicos de computação
31200 31200 62400
Técnicos de monitoramento
7200 7200 14400
Apoio ao banco de dados
14400 14400 28800
Apoio a escritório
4800 4800 9600
Total do Componente
67200
67200
134400
Trabalho de Monitoramento
Deslocamento no campo
12000 12000 24000
Diárias
18000 18000 36000
Total do Componente
30000
30000
60000
Total Geral
157200 157200 314400
51
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Projeto Sistema Aqüífero Guarani
Argentina Brasil Paraguai Uruguai
GEF Banco Mundial OEA
Anexo 15 Orçamento Detalhado de Contrapartida Paraguai
Em US$ 1
DESCRIMINAÇÃO ANO
1
ANO2
TOTAL
Coordenação de Monitoramento
Coordenação (3 Técnicos de nível superior sênior 24 meses, 108000)
54000 54000 108000
Passagens aéreas e apoio a reuniões (24 reuniões em dois anos, 12000)
6000 6000 12000
Total do Componente
60000
60000
120000
Apoio Técnico
Escritório (aluguel 24 meses, 19200)
9600 9600 19200
Técnicos de computação (2 técnicos de nível superior sênior 24 meses, 62400)
31200
31200
62400
Técnicos de monitoramento (1 técnico de nível superior Junior 24 meses, 14400)
7200
7200
14400
Apoio ao banco de dados (3 digitadores 24 meses, 28800)
14400 14400 28800
Apoio a escritório (1 secretária 24 meses, 9600)
4800 4800 9600
Total do Componente
67200
67200
134400
Trabalho de Monitoramento
Deslocamento no campo (aluguel de 1 carro, 240 dias, 24000)
12000 12000 24000
Diárias (240 diárias, 36000)
18000 18000 36000
Total do Componente
30000
30000
60000
Total Geral
157200 157200 314400
52
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Projeto Sistema Aqüífero Guarani
Argentina Brasil Paraguai Uruguai
GEF Banco Mundial OEA
Anexo 16 - Cronograma Físico-Financeiro de Produtos e Atividades Uruguai
Em US$ 1
PRODUTOS / ATIVIDADES
ANO 1
ANO 2
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
Banco de Dados e Sistema de Informação
Escritório
800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800 800
Coordenação
5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000 5000
Apoio
Técnico
5400 5400 5400 5400 5400 5400 5400 5400 5400 5400 5400 5400 5400 5400 5400 5400 5400 5400 5400 5400 5400 5400 5400 5400
Equipamentos
de
computação
material
de
consumo 17400 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Equipamentos
de
computação
material
permanente 22600 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
analista
de
sistemas
0 7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
sistema
de
informações
0 7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Rede
de
Monitoramento
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Equipamento
de
monitoramento
material
de
consumo 3200 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Serviços de análises químicas
900 900 900 900 900 900 900 900 900 900 900 900 900 900 900 900 900 900 900 900 900 900 900 900
Serviços
de
análises
bacteriológicas
450 450 450 450 450 450 450 450 450 450 450 450 450 450 450 450 450 450 450 450 450 450 450 450
Serviços
de
análises
isotópicas
125 125 125 125 125 125 125 125 125 125 125 125 125 125 125 125 125 125 125 125 125 125 125 125
Deslocamento
no
campo
2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000 2000
Diárias
3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000 3000
Consultor
de
rede
de
monitoramento
0 0
7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
SIG
na
Internet
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
analista
de
sistemas
0 0
7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
sistema
de
informações
0 0
7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Treinamento
Técnico
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
analista
de
sistemas
0 0 0
7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
sistema
de
informações
0 0 0
7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Consultor
de
rede
de
monitoramento
0 0 0 0
7000
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
60875 31675 38675 31675 24675 17675 17675 17675 17675 17675 17675 17675 17675 17675 17675 17675 17675 17675 17675 17675 17675 17675 17675 17675
Subtotal Ano 1
311300
Subtotal Ano 2
212100
Total Geral
523400
Total Geral : 523.400
Participação contrapartida: 388.800
Financiamento GEF: 134.600
53
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Projeto Sistema Aqüífero Guarani
Argentina Brasil Paraguai Uruguai
GEF Banco Mundial OEA
Anexo 17 Orçamento Resumido GEF Uruguai
Em US$ 1
DESCRIMINAÇÃO ANO
1
ANO2
TOTAL
Banco de Dados e Sistema de Informação
Equipamentos de computação material de consumo
17400 0 17400
Equipamentos de computação material permanente
22600 0 22600
Consultor analista de sistemas
7000 0 7000
Consultor sistema de informações
7000 0 7000
Total do Componente
54000
0
54000
Rede de Monitoramento
Equipamento de monitoramento material de consumo
3200 0 3200
Serviços de análises químicas
10800 10800 21600
Serviços de análises bacteriológicas
5400 5400 10800
Serviços de análises isotópicas
1500 1500 3000
Consultor de rede de monitoramento
7000 0 7000
Total do Componente
27900
17700
45600
SIG na Internet
Consultor analista de sistemas
7000 0 7000
Consultor sistema de informações
7000 0 7000
Total do Componente
14000
0
14000
Treinamento Técnico
Consultor analista de sistemas (1 mês 7000)
7000 0 7000
Consultor sistema de informações (1 mês 7000)
7000 0 7000
Consultor de rede de monitoramento (1 mês 7000)
7000 0 7000
Total do Componente
21000
0
21000
Total Geral
116900 17700 134600
54
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Projeto Sistema Aqüífero Guarani
Argentina Brasil Paraguai Uruguai
GEF Banco Mundial OEA
Anexo 18 Orçamento Detalhado GEF Uruguai
Em US$ 1
DESCRIMINAÇÃO ANO
1
ANO2
TOTAL
Banco de Dados e Sistema de Informação
Equipamentos de computação material de consumo (Arcview, 2700, ERDAS, 4800 e ORACLE, 9900)
17400
0
17400
Equipamentos de computação material permanente (5 computador P-III, 12500, plotter/scanner/impressora, 10100)
22600
0
22600
Consultor analista de sistemas (1 mês,7000)
7000 0 7000
Consultor sistema de informações (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Total do Componente
54000
0
54000
Rede de Monitoramento
Equipamento de monitoramento material de consumo (04 medidores de nível, 800, 04 amostradores, 800 e 01 GPS, 1600)
3200
0
3200
Serviços de análises químicas (360 análises, 21600)
10800 10800 21600
Serviços de análises bacteriológicas (180 análises 10800)
5400 5400 10800
Serviços de análises isotópicas (15 análises, 3000)
1500 1500 3000
Consultor de rede de monitoramento (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Total do Componente
27900
17700
45600
SIG na Internet
Consultor analista de sistemas (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Consultor sistema de informações (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Total do Componente
14000
0
14000
Treinamento Técnico
Consultor analista de sistemas (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Consultor sistema de informações (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Consultor de rede de monitoramento (1 mês, 7000)
7000 0 7000
Total do Componente
21000
0
21000
Total Geral
116900 17700 134600
55
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Guarani
Argentina Brasil Paraguai Uruguai
GEF Banco Mundial OEA
Anexo 19 Orçamento Resumido de Contrapartida Uruguai
Em US$ 1
DESCRIMINAÇÃO ANO
1
ANO2
TOTAL
Coordenação de Monitoramento
Coordenação
54000 54000 108000
Passagens e apoio a reuniões
6000 6000 12000
Total do Componente
60000
60000
120000
Apoio Técnico
Escritório
9600 9600 19200
Técnicos de computação
31200 31200 62400
Trabalho de Monitoramento
Deslocamento no campo
24000 24000 48000
Diárias
36000 36000 72000
Total do Componente
60000
60000
120000
Total Geral
194400 194400 388800
56
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Projeto Sistema Aqüífero Guarani
Argentina Brasil Paraguai Uruguai
GEF Banco Mundial OEA
Anexo 20 Orçamento Detalhado de Contrapartida Uruguai
Em US$ 1
DESCRIMINAÇÃO ANO
1
ANO2
TOTAL
Coordenação de Monitoramento
Coordenação (3 Técnicos de nível superior sênior 24 meses, 108000)
54000 54000 108000
Passagens aéreas e apoio a reuniões (24 reuniões em dois anos, 12000)
6000 6000 12000
Total do Componente
60000
60000
120000
Apoio Técnico
Escritório (aluguel 24 meses, 19200)
9600 9600 19200
Técnicos de computação (2 técnicos de nível superior sênior 24 meses, 62400)
31200
31200
62400
Técnicos de monitoramento (2 técnicos de nível superior Junior 24 meses, 28800)
14400
14400
28800
Apoio ao banco de dados (3 digitadores 24 meses, 28800)
14400 14400 28800
Apoio a escritório (1 secretária 24 meses, 9600)
4800 4800 9600
Total do Componente
74400
74400
148800
Trabalho de Monitoramento
Deslocamento no campo (aluguel de 2 carros, 240 dias, 48000)
24000 24000 48000
Diárias (480 diárias, 72000)
36000 36000 72000
Total do Componente
60000
60000
120000
Total Geral
194400 194400 388800
57
Projeto Sistema Aqüífero Guarani
Argentina Brasil Paraguai Uruguai
GEF Banco Mundial OEA
Anexo 21 Previsão Orçamentária Conjunta
Em US$ 1
Itens Brasil
Argentina
Paraguai
Uruguai
Espaço físico
(*) 19.200
(*) 19.200 (*) 19.200 (*) 19.200
Equipam.computação
40.000 40.000 40.000 40.000
Equipam.campo medidores,
9.600 3.200 3.200 3.200
amostradores, GPS)
Serviços
-análises químicas,
50x24x60= 72.000 10x24x60= 14.400 10x24x60= 14.400 15x24x60= 21.600
-análises bacteriológ.
50x12x60= 36.000 10x12x60= 7.200 10x12x60= 7.200 15x12x60= 10.800
-análises isotópicas
50x1x200= 10.000 10x1x200= 2.000 10x1x200= 2.000 15x1x200= 3.000
Pessoal
Nivel super.,comput.;
2x24x1300= 62.400 2x24x1300= 62.400 2x24x1300= 62.400 2x24x1300= 62.400
Nivel super.,campo;
10x24x600= 144.000 1x24x600= 14.400 1x24x600= 14.400 2x24x600= 28.800
Digitador
3x24x400= 28.800 3x24x400= 28.800 3x24x400= 28.800 3x24x400= 28.800
Secretária
1x24x400= 9.600 1x24x400= 9.600 1x24x499= 9.600 1x24x400= 9.600
CM-3 nivel super.;
3x24x1500= 108.000 3x24x1500= 108.000 3x24x1500= 108.000 3x24x1500= 108.000
(*) 352.800 (*) 223.200 (*) 223.200 (*) 237.600
Viagens-Diárias
(*)
(*)
(*)
(*)
Aluguel carro,campo;
10x10x24x100=240.000 1x10x24x100= 24.000 1x10x24x100= 24.000 2x10x24x100= 48.000
Diárias viagem campo
10x10x24x150=360.000 1x10x24x150= 36.000 1x10x24x150= 36.000 2x10x24x150= 72.000
Viagem coordenação
3x8x500= 12.000 3x8x500= 12.000 3x8x500= 12.000 3x8x500= 12.000
Consultores
rede monitoramento;
1x2x7000= 14.000 1x2x7000= 14.000 1x2x7000= 14.000 1x2x7000= 14.000
analista de sistemas;
1x3x7000= 21.000 1x3x7000= 21.000 1x3x7000= 21.000 1x3x7000= 21.000
sistema informações;
1x3x7000= 21.000 1x3x7000= 21.000 1x43x7000= 21.000 1x3x7000= 21.000
56.000
56.000
56.000
56.000
Total
1.207.600 437.200 437.200 523.400
Total: 1.207.600 437.200 437.300 523.400
Participação da contra partida:(*) 984.000 314.400 314.400 388.800
GEF 223..600 122.800 122.800 134.600
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Projeto Sistema Aqüífero Guarani
Argentina Brasil Paraguai Uruguai
GEF Banco Mundial OEA
Anexo 22 Termos de Referência do Consultor em Rede de Monitoramento
Perfil técnico-científico do consultor - Engenheiro ou geólogo especializado em hidrogeologia,
com amplo conhecimento e experiência no funcionamento e manejo de redes de monitoramento
de águas subterrâneas em sistemas aqüíferos de camadas múltiplas. Estas redes subsidiarão a
execução de projetos voltados a pesquisa científica, saneamento básico ou outros tipos de obras
de engenharia. Na seleção dos especialistas a serem contratados, será dada preferência àqueles
que tiverem experiência em gerenciamento ou execução de projetos de grande envergadura.
Objetivo - Executar serviço especializado na implementação e funcionamento de uma rede de
monitoramento na área do Sistema Aqüífero Guarani, abrangendo parte dos territórios de
Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai e com extensão total de 1.194.800 km2. Esta rede será
baseada nos poços disponíveis e passíveis de serem utilizados nos trabalhos rotineiros de
monitoramento.
Atividades Específicas a serem desenvolvidas.
Orientar, dar suporte ou treinar nos seguintes aspectos:
· Escolher e adequar o espaço físico do local de trabalho;
· Implementar a rede básica de poços de monitoramento;
· Adquirir instrumentos de medições, coleta de amostras e equipamentos de campo;
· Providenciar meios de transporte;
· Desenvolver programas de medições adequados, baseado-se em critérios e procedimentos
uniformes;
· Estabelecer a infra-estrutura para o arquivo de dados básicos (banco de dados);
· Formar a equipe de medidores;
· Escolher e contratar laboratórios de análises (de água, petrofísico e petroquímica);
· Iniciar os trabalhos rotineiros de monitoramento em área piloto;
· Detectar e corrigir falhas ou problemas nos trabalhos;
· Desenvolver os roteiros de trabalho para a rede de monitoramento do SAG.
Estas atividades serão extensivas a todos os quatro países envolvidos no Projeto.
Metodologia - O trabalho será realizado através de consultas e interações com os técnicos
responsáveis pelo desenvolvimento e funcionamento da rede de monitoramento a nível regional
(Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai). Caberá adicionalmente ao consultor em rede de
monitoramento manter estreita ligação com os outros dois consultores (Sistema de Informação e
Análise de Sistemas).
Duração e sede - Esta consultoria será concluída no final de 60 dias, contadas a partir da efetiva
contratação dos serviços. O trabalho será realizado nas sedes regionais dos quatro países
envolvidos no Projeto, onde serão feitas as discussões e interações com os demais técnicos e
outros consultores que participam na implantação da rede de monitoramento e estabelecimento
do sistema de informação. Estão previstos dois (02) rodízios de viagens aos quatro países
envolvidos durante o período de consultoria.
59
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Condições gerais
· O relatório mensal de progresso e o relatório final de consultoria serão entregues em duas
vias acompanhadas do respectivo disquete, copiado em Microsoft Word 7.0 ou superior.
· Todo material produzido pelo consultor será incorporado ao acervo do Projeto.
· O consultor desenvolverá o trabalho nas sedes dos países envolvidos no programa
(Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai). Estão previstas duas (02) viagens deste consultor
para cada um dos paises, num período de dois meses.
· O consultor deverá trabalhar em estreita ligação com a Secretaria Geral (Coordenação) do
Projeto e com os demais consultores.
· O Relatório Final de consultoria será em espanhol/português e conterá um resumo executivo
em inglês, que deverá contemplar todas as atividades executadas.
Condições de pagamento - Os pagamentos dos honorários do consultor serão efetuados
mediante a aprovação dos relatórios parcial e final, pela Secretária Geral (Coordenação) do
Projeto e representantes da OEA e GEF, conforme cronograma que se segue:
· O consultor receberá 30 % do valor total de honorários do contrato de serviços
especializados de consultoria no primeiro mês de atividades;
· Após entrega e aprovação do relatório final serão pagos os 70% restantes.
Cronograma detalhado.
Valores em US$
ATIVIDADES E SERVIÇOS
Mês 01
Mês 02
Serviço de consultoria e Relatório parcial
7.000
Serviço de consultoria e Apresentação e aprovação do Relatório final
7.000
60
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Projeto Sistema Aqüífero Guarani
Argentina Brasil Paraguai Uruguai
GEF Banco Mundial OEA
Anexo 23 Termos de Referência do Consultor em Análise de Sistemas
Perfil técnico-científico do consultor.
Acadêmico com graduação em cursos de base matemática, preferencialmente engenharia ou
correlata, com especialização em análise de sistemas.
Este consultor deverá ainda ter amplo conhecimento e experiência em:
·
Analise, desenvolvimento e implantação de sistema usando metodologias e ferramentas de
análise essencial de dados em ambientes NT / UNIX;
·
Modelagem de dados;
·
Implantação de banco de dados;
·
Implantação de redes de computador;
·
Segurança de informação;
·
Implantação de sites Internet / Intranet através de ferramentas WEB;
·
Backup e Recover;
·
Planos de contingência.
Na seleção dos especialistas a serem contratados, será dada preferência àqueles que tiverem
experiência em gerenciamento ou execução de projetos de grande envergadura.
Objetivo. Executar serviço especializado na área de geoprocessamento e em particular na
organização do fluxo e gerenciamento de informações provenientes de diversas fontes, o
estabelecimento de um banco de dados georeferenciados, o processamento e interpretação dos
dados e a geração de produtos requeridos pelo Projeto.
Atividades específicas a serem desenvolvidos.
Orientar, dar suporte ou treinar nos seguintes aspectos:
· Selecionar e adequar as diversas fontes de informações para entrada de um banco de dados.
· Organizar e estabelecer um banco de dados georeferenciados conforme padrões e formatos
uniformes.
· Escolher e adquirir ferramentas de geoprocessamento (softwares) para entrada,
armazenamento, gerenciamento, retirada, visualização, análises e saída. Esta atividade deverá
ser realizada em estreita consonância com as necessidades da área do Sistema de Informação.
· Processar dados provenientes do banco de dados.
· Gerar em meio digital a versão final dos mapas, desenhos, gráficos, tabelas e informações
básicas de suporte que farão parte dos produtos requeridos pelos gerenciadores do Projeto
visando a proteção e gestão sustentável do sistema aqüífero Guarani;
· Iniciar e testar o funcionamento do banco de dados, a análise e processamento dos dados e a
geração dos produtos requeridos.
· Detectar e corrigir as falhas e problemas que surgirem.
· Elaborar um roteiro de instruções e procedimentos.
Metodologia - O trabalho será realizado através de consultas e interações com os técnicos
responsáveis pelo desenvolvimento e funcionamento da rede de monitoramento a nível regional
(Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai). Caberá adicionalmente ao consultor em rede de
monitoramento manter estreita ligação com os outros dois consultores (Sistema de Informação e
Rede de Monitoramento).
61
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Duração e sede - Esta consultoria será concluída no final de 90 dias, contados a partir da efetiva
contratação dos serviços. O trabalho será realizado nas sedes regionais dos quatro países
envolvidos no Projeto, onde serão feitas as discussões e interações com os demais técnicos e
outros consultores que participam na implantação da rede de monitoramento e estabelecimento
do sistema de informação. Estão previstos dois (02) rodízios de viagens aos quatro países
envolvidos durante o período de consultoria.
Condições gerais
· O relatório mensal de progresso e o relatório final de consultoria serão entregues em duas
vias acompanhadas do respectivo disquete, copiado em Microsoft Word 7.0 ou superior.
· Todo material produzido pelo consultor será incorporado ao acervo do Projeto.
· O consultor desenvolverá o trabalho nas sedes dos países envolvidos no programa
(Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai). Estão previstas duas (02) viagens deste consultor
para cada um dos paises, num período de dois meses.
· O consultor deverá trabalhar em estreita ligação com a Secretaria Geral (Coordenação) do
Projeto e com os demais consultores.
· O Relatório Final de consultoria será em espanhol/português e conterá um resumo executivo
em inglês, que deverá contemplar todas as atividades executadas.
Condições de pagamento - Os pagamentos dos honorários do consultor serão efetuados
mediante a aprovação dos relatórios parcial e final, pela Secretária Geral (Coordenação) do
Projeto e representantes da OEA e GEF, conforme cronograma que se segue:
· O consultor receberá 30 % do valor total de honorários do contrato de serviços
especializados de consultoria no primeiro mês de atividades;
· Após entrega e aprovação do relatório final serão pagos os 70% restantes.
Cronograma detalhado.
Valores em US$
ATIVIDADES E SERVIÇOS
Mês 01
Mês 02
Mês 03
Serviço de consultoria e 1o Relatório parcial
7.000
Serviço de consultoria e 2o Relatório parcial
7.000
Serviço de consultoria Apresentação e aprovação de Relatório final
7.000
62
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
Projeto Sistema Aqüífero Guarani
Argentina Brasil Paraguai Uruguai
GEF Banco Mundial OEA
Anexo 24 Termos de Referência do Consultor em Sistema de Informação
Perfil técnico-científico do consultor.
Acadêmico com formação profissional na área de matemática, preferencialmente ligada às
ciências da Terra (Engenharia, Geologia, etc.) e especialização em Sistemas de Informação, com
amplo conhecimento e experiência em:
·
Planejamento Estratégico da Informação;
·
Análise de ambiente computacional e infraestrutura de hardware, software e
teleprocessamento;
·
Modelagem de Dados Georeferenciados e Relacionais;
·
Utilização de ferramentas de SIG / SAI (Sistema de Informações geográficas / Sistema de
Análise de Imagens) na análise espacial de dados;
·
Desenvolvimento de aplicações de Geoprocessamento;
·
Utilização de tecnologia WEB para disseminação de informações.
Na seleção dos especialistas a serem contratados, será dada preferência àqueles que tiverem
experiência em gerenciamento ou execução de projetos de grande envergadura.
Objetivo. Executar serviço especializado na área de geoprocessamento e em particular na
implantação de um sistema de informação descentralizado, cujo fluxo de informações e
disponibilização dos produtos serão realizados por intermédio da Internet e atendendo às
necessidades de informações básicas do Projeto visando a proteção e gestão sustentável do
sistema aqüífero Guarani.
Atividades específicas a serem desenvolvidos.
Orientar, dar suporte ou treinar nos seguintes aspectos:
· Implantar um sistema de informações geográficas SIG regional em cada um dos quatro
países envolvidos. Estes SIG serão formados por diversos componentes básicos (módulos)
essenciais para seu adequado funcionamento em atendimento aos diversos setores de
demanda e particularmente às necessidades do Projeto.
· Interconectar os SIG's regionais via a Internet, organizar o fluxo de informação e
disponibilizar os produtos aos usuários de diversos níveis e particularmente aos
gerenciadores do Projeto;
· Responsabilizar e por em funcionamento dos SIG's regionais e suas atribuições específicas;
· Colaborar com o Comitê de Monitoramento do Projeto norteando todos os aspectos de
trabalho dos SIG's regionais (programa de treinamento dos técnicos, estabelecimento de
protocolos para alimentação, controle e integridade dos dados obtidos e de normas e
diretrizes para utilização dos dados básicos visando a proteção e gestão sustentável dos
recursos hídricos do Aqüífero Guarani).
· Iniciar e testar o funcionamento do Sistema de Informação do Projeto (constituído pelos
SIG's regionais e Comitê de Monitoramento) na Internet.
· Detectar e corrigir as falhas e problemas que surgirem.
· Elaborar um guia de manuseio do Sistema de Informação do Projeto.
Metodologia - O trabalho será realizado através de consultas e interações com os técnicos
responsáveis pelo desenvolvimento e funcionamento da rede de monitoramento a nível regional
(Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai). Caberá adicionalmente ao consultor em rede de
63
CONSULTORIA PARA DEFINIÇÃO DE INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A REDE DE MONITORAMENTO DO AQUÍFERO
monitoramento manter estreita ligação com os outros dois consultores (Analise de Sistemas e
Rede de Monitoramento).
Duração e sede - Esta consultoria será concluída no final de 90 dias, contados a partir da efetiva
contratação dos serviços. O trabalho será realizado nas sedes regionais dos quatro países
envolvidos no Projeto, onde serão feitas as discussões e interações com os demais técnicos e
outros consultores que participam na implantação da rede de monitoramento e estabelecimento
do sistema de informação. Estão previstos dois (02) rodízios de viagens aos quatro países
envolvidos durante o período de consultoria.
Condições gerais
· O relatório mensal de progresso e o relatório final de consultoria serão entregues em duas
vias acompanhadas do respectivo disquete, copiado em Microsoft Word 7.0 ou superior.
· Todo material produzido pelo consultor será incorporado ao acervo do Projeto.
· O consultor desenvolverá o trabalho nas sedes dos países envolvidos no programa
(Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai). Estão previstas duas (02) viagens deste consultor
para cada um dos paises, num período de dois meses.
· O consultor deverá trabalhar em estreita ligação com a Secretaria Geral (Coordenação) do
Projeto e com os demais consultores.
· O Relatório Final de consultoria será em espanhol/português e conterá um resumo executivo
em inglês, que deverá contemplar todas as atividades executadas.
Condições de pagamento - Os pagamentos dos honorários do consultor serão efetuados
mediante a aprovação dos relatórios parcial e final, pela Secretária Geral (Coordenação) do
Projeto e representantes da OEA e GEF, conforme cronograma que se segue:
· O consultor receberá 30 % do valor total de honorários do contrato de serviços
especializados de consultoria no primeiro mês de atividades;
· Após entrega e aprovação do relatório final serão pagos os 70% restantes.
Cronograma detalhado.
Valores em US$
ATIVIDADES E SERVIÇOS
Mês 01
Mês 02
Mês 03
Serviço de consultoria e 1o Relatório parcial
7.000
Serviço de consultoria e 2o Relatório parcial
7.000
Serviço de consultoria Apresentação e aprovação de Relatório final
7.000
64
Document Outline